ALTERAÇÕES DOS MARCADORES RENAIS EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS: ÊNFASE NA NEFROPATIA DIABÉTICA E SUA DETECÇÃO PRECOCE
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26768Palavras-chave:
Nefropatia diabética. Biomarcadores renais. Diagnóstico precoce.Resumo
Esse artigo buscou revisar a literatura científica acerca dos biomarcadores renais em pacientes com diabetes mellitus, com ênfase na nefropatia diabética e na detecção precoce das alterações da função renal. Trata-se de uma revisão narrativa, de natureza descritiva e abordagem qualitativa, realizada por meio da busca de artigos nas bases PubMed e SciELO, entre os meses de fevereiro e março de 2026, utilizando descritores relacionados à nefropatia diabética, biomarcadores renais e diagnóstico precoce, sendo selecionados 11 estudos relevantes para análise. O estudo evidenciou que os marcadores tradicionais, como albuminúria e taxa de filtração glomerular, apresentam limitações importantes na detecção precoce da doença, uma vez que alterações estruturais podem ocorrer antes de alterações detectáveis nesses parâmetros. Em contrapartida, biomarcadores emergentes, como NGAL, KIM-1, cistatina C, além de marcadores inflamatórios, oxidativos e abordagens baseadas em tecnologias “ômicas”, demonstram maior sensibilidade para identificar lesões iniciais e compreender os mecanismos fisiopatológicos da doença. Conclui-se que, apesar do potencial promissor, a aplicação clínica desses biomarcadores ainda enfrenta desafios, como a necessidade de padronização e validação, sendo fundamental o desenvolvimento de estratégias diagnósticas mais sensíveis e precoces para a nefropatia diabética.
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