TÉCNICAS DE EQUIVALÊNCIA PARA A RESOLUÇÃO DE LIMITES DE FUNÇÕES
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24569Abstract
RESUMO: No contexto do processo docente, é frequente o confronto com novas situações de ensino, principalmente aquelas que se prendem com os procedimentos metodológicos de tratamento de determinados conteúdos. Não se trata de um método de ensino propriamente dito, mas de uma técnica de resolução de uma determinada operação em limites, uma vez que as demais técnicas, fora do recurso às equivalências, são tidas como difíceis e bastante maçadoras para os estudantes a quem se destina o tratamento de limites em Análise Matemática. Identificou-se, no seio dos estudantes, a existência de dificuldades na resolução de limites com viabilidade e, para tal, propuseram-se técnicas de equivalência para a resolução de limites, desde funções algébricas racionais e irracionais até funções transcendentes. Já existem equivalências descritas em diferentes referências bibliográficas e, também, Bongo (2024) abordou a produção de equivalências sobre funções transcendentes. Contudo, as técnicas propostas nesta abordagem versam sobre: a) o tratamento de equivalências aplicadas a funções racionais e irracionais; b) o tratamento de equivalências aplicadas a funções transcendentes; c) a ampliação do escopo elementar do tratamento de equivalências conforme consta em diferentes referências bibliográficas; d) a abordagem da equivalência no âmbito da sua generalidade. A diferença entre esta abordagem e as demais que já trataram do assunto consiste no facto de o trabalho manifestar um campo de tratamento elementar e generalizado das equivalências e potenciar o estudante, ou outro interveniente do processo docente-educativo, a desenvolver um espírito criador na produção de novas equivalências que se conformem com a operação apresentada.
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