CARCINOGÊNESE COMO FENÔMENO ESTOCÁSTICO: O PAPEL DA ALEATORIEDADE REPLICATIVA E A INFLUÊNCIA DE FATORES GENÉTICOS E AMBIENTAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i11.31582Palavras-chave:
Replicação do DNA, Predisposição genética, OncogêneseResumo
Esse artigo buscou analisar a carcinogênese como um fenômeno estocástico, investigando especificamente a contribuição da aleatoriedade replicativa e sua interrelação com determinantes genéticos e ambientais no desenvolvimento do câncer. Para atingir esse propósito, a metodologia empregada consistiu em uma revisão integrativa da literatura com abordagem qualitativa, selecionando publicações indexadas nas bases de dados PubMed/MEDLINE, SciELO e Google Scholar entre os anos de 2016 e 2026. A partir da análise dos dez estudos elegíveis, os principais resultados encontrados demonstraram que, embora os erros intrínsecos na replicação do DNA atuem como fontes geradoras de mutações, fatores genéticos, modificações epigenéticas, inflamação crônica e estressores ambientais são fundamentais para impulsionar a transformação celular e a progressão tumoral. Ao final, a pesquisa apresenta suas conclusões apontando que o surgimento da doença não é determinado de forma isolada pela aleatoriedade de cópia celular, mas sim pela complexa e multifatorial sinergia existente entre as falhas dos mecanismos de reparo biológico e as exposições externas do organismo.
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