INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NA CAPACITAÇÃO DE SERVIDORES E MILITARES: IMPLICAÇÕES PARA A GESTÃO DE PESSOAS E A EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31515Palavras-chave:
Inteligência artificial generativa, Capacitação de servidores, Educação corporativa, Gestão de pessoas, Organizações militaresResumo
Este artigo, de revisão narrativa estruturada, analisa oportunidades, limitações e implicações da inteligência artificial (IA) generativa para a capacitação de servidores públicos e militares, bem como as condições organizacionais para seu uso responsável. Foram examinados estudos empíricos, artigos de revisão e textos de posicionamento, normas brasileiras e páginas institucionais, localizados por buscas na internet em 2026. Os estudos distinguem desempenho com apoio da IA e aprendizagem sem apoio. Um experimento com estudantes mostrou resultado inferior no exame sem acesso à ferramenta quando o uso foi irrestrito, efeito amplamente mitigado com um tutor estruturado. Um estudo de campo em atendimento ao cliente indicou aumento médio de produtividade de cerca de 15%, concentrado em trabalhadores menos experientes. A evidência sobre servidores é qualitativa e limitada, e não foram localizados, nas fontes consultadas, estudos empíricos sobre organizações militares brasileiras. Normas, referenciais e programas existem, inclusive na Defesa, e tratam de controle humano, proteção de dados e avaliação, mas não demonstram eficácia. Conclui-se que a adoção depende de desenho pedagógico, avaliação sem apoio da ferramenta, governança de dados e acompanhamento da transferência para o trabalho.
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