COMPARAÇÃO ENTRE AS REGIÕES NORTE E SUL DO BRASIL NAS INTERNAÇÕES POR ESCLEROSE MÚLTIPLA: UMA ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DE 2020 A 2024

Autores

  • Aliny Maximino da Rocha Mendes Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz image/svg+xml
  • Matheus Eduardo Cella Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz image/svg+xml
  • Luana Gava Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz image/svg+xml
  • Danielly Maximino da Rocha Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz image/svg+xml
  • Giovane Douglas Zanin Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31298

Palavras-chave:

Esclerosis múltiple, Hospitalizaciones, Epidemiología, Distribución regional, Sistema Único de Salud

Resumo

Esse artigo buscou comparar a distribuição das internações por esclerose múltipla (EM) entre as regiões Norte e Sul do Brasil, no período de 2020 a 2024, considerando sexo, faixa etária e ano de ocorrência. Trata-se de um estudo epidemiológico, ecológico, quantitativo e descritivo, realizado a partir de dados secundários do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS), disponibilizados pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Foram analisadas internações hospitalares com diagnóstico principal de EM, segundo o código G35 da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10), ocorridas nas regiões estudadas durante o período selecionado. Foram identificadas 3.339 internações, com predominância da região Sul em todos os anos analisados, apresentando entre 502 e 717 internações anuais, enquanto a região Norte apresentou entre 64 e 97. Observou-se predominância do sexo feminino e maior concentração de internações nas faixas etárias de 30 a 39 e 40 a 49 anos. Conclui-se que existem diferenças expressivas na distribuição das internações por EM entre as regiões Norte e Sul, possivelmente relacionadas a fatores epidemiológicos, à disponibilidade de serviços especializados e ao acesso ao diagnóstico e tratamento. Os achados reforçam a necessidade de investigar as desigualdades regionais na assistência à EM no Brasil.

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Biografia do Autor

  • Aliny Maximino da Rocha Mendes, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Discente do curso de Medicina, Centro Universitário Assis Gurgacz (FAG).

  • Matheus Eduardo Cella, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Discente do curso de Medicina, Centro Universitário Assis Gurgacz (FAG).

  • Luana Gava, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Discente do curso de Medicina do Centro Universitário Assis Gurgacz.

  • Danielly Maximino da Rocha, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Médica,graduada em Medicina pelo Centro Universitário Assis Gurgacz (FAG). CRM-PR 57.568. 

     

  • Giovane Douglas Zanin, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Graduado em Farmácia e Bioquímica pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em 1998; graduado em Direito pela Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Cascavel (UNIVEL); especialista em Formulações Farmacêuticas pela Universidade Paranaense (UNIPAR), campus de Toledo. Função desempenhada: Professor, orientador e coordenador adjunto do curso de Farmácia e Medicina do Centro Universitário Assis Gurgacz (FAG).

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Publicado

2026-10-20

Como Citar

Mendes, A. M. da R., Cella, M. E., Gava, L. gava, Rocha, D. M. da, & Zanin, G. D. (2026). COMPARAÇÃO ENTRE AS REGIÕES NORTE E SUL DO BRASIL NAS INTERNAÇÕES POR ESCLEROSE MÚLTIPLA: UMA ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DE 2020 A 2024. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-12. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31298

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