RECOMPOSIÇÃO DAS APRENDIZAGENS NOS ANOS INICIAIS: ALFABETIZAÇÃO, FORMAÇÃO DOCENTE E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO CENÁRIO PÓS-PANDÊMICO

Autores

  • Daiane de Lourdes Alves Velho Saint Alcuin of York Anglican College
  • Sandra Maria dos Santos Vital Saint Alcuin of York Anglican College
  • Doraci Magno da Silva Saint Alcuin of York Anglican College
  • Edenilda Januário da Silva Gotardi Saint Alcuin of York
  • Ana Cristina Leandro de Lima American Global Tech University
  • Ivanilda Maria Gomes Farias American Global Tech University

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31123

Palavras-chave:

recomposição das aprendizagens, Alfabetização, formação docente, avaliação diagnóstica, anos iniciais

Resumo

Após a retomada das atividades presenciais, a recomposição das aprendizagens passou a ocupar lugar central nos debates da educação básica brasileira. Mais do que recuperar conteúdos previstos para determinado ano escolar, esse movimento exige reconhecer o que os estudantes efetivamente aprenderam, identificar conhecimentos ainda não consolidados e reorganizar o trabalho pedagógico de modo que a progressão escolar não aprofunde lacunas já existentes. Este artigo discute a recomposição das aprendizagens nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com ênfase na alfabetização, na avaliação diagnóstica, na priorização curricular e na formação continuada dos professores. A pesquisa é de abordagem qualitativa, de caráter bibliográfico e documental, construída a partir de estudos que analisam os impactos do período pandêmico na alfabetização, experiências de políticas de recomposição e processos formativos voltados ao professor alfabetizador. A análise evidencia que as dificuldades observadas no retorno presencial não podem ser enfrentadas por meio da simples repetição de conteúdos ou pela aceleração do currículo. A recomposição pressupõe acompanhamento contínuo, intervenções planejadas, diversificação metodológica e decisões pedagógicas orientadas por evidências de aprendizagem. Também se destaca a necessidade de fortalecer a formação docente e a atuação da coordenação pedagógica, criando espaços de estudo, colaboração e análise das práticas. Conclui-se que recompor aprendizagens implica garantir novas oportunidades para que os estudantes avancem, articulando alfabetização e letramento, avaliação e intervenção, currículo e realidade escolar, sem transformar a defasagem em responsabilidade individual da criança.

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Biografia do Autor

  • Daiane de Lourdes Alves Velho, Saint Alcuin of York Anglican College

    Doutora em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College. 

  • Sandra Maria dos Santos Vital, Saint Alcuin of York Anglican College

    Doutoranda em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College. 

  • Doraci Magno da Silva, Saint Alcuin of York Anglican College

    Mestre em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College.

  • Edenilda Januário da Silva Gotardi, Saint Alcuin of York

    Mestre em Educação pela Saint Alcuin of York. 

  • Ana Cristina Leandro de Lima, American Global Tech University

    Mestre em Educação, com especialização em Tecnologias na Educação Digital, pela American Global Tech University (AGTU).

  • Ivanilda Maria Gomes Farias, American Global Tech University

    Mestranda em Educação, com especialização em ESG – Governança, Responsabilidade Social e Meio Ambiente, pela American Global Tech University (AGTU). 

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Publicado

2026-10-16

Como Citar

Velho, D. de L. A., Vital, S. M. dos S., Silva, D. M. da, Gotardi, E. J. da S., Lima, A. C. L. de, & Farias, I. M. G. (2026). RECOMPOSIÇÃO DAS APRENDIZAGENS NOS ANOS INICIAIS: ALFABETIZAÇÃO, FORMAÇÃO DOCENTE E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO CENÁRIO PÓS-PANDÊMICO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-24. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31123