DISTRIBUIÇÃO QUANTITATIVA DE TÉCNICAS CIRÚRGICAS UTILIZADAS NA CORREÇÃO DE ESTENOSES CAROTÍDEAS DE UMA CLÍNICA NO OESTE DO PARANÁ
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31060Palavras-chave:
Estenose carotídea, Endarterectomia, AngioplastiaResumo
A estenose carotídea constitui importante fator de risco para eventos cerebrovasculares, sendo a revascularização indicada em pacientes selecionados. O presente estudo teve como objetivo avaliar a distribuição das técnicas de revascularização carotídea empregadas em uma clínica vascular do oeste do Paraná, entre 2015 e 2024. Trata-se de um estudo observacional, retrospectivo e descritivo, realizado por meio da análise de 163 prontuários de pacientes submetidos à revascularização carotídea, sendo utilizados para o estudo 153, excluindo 10 prontuários com dados inconsistentes para o estudo, constando N=152 o número de procedimentos relacionados às placas de ateroma e N=1 um paciente abordado com pseudoaneurisma carotídeo. Foram avaliados idade, grau de estenose, lateralidade e técnica cirúrgica empregada. A média de idade foi de 73,62 anos, sendo realizados 81 procedimentos de angioplastia com implante de Stent e 72 endarterectomias. A maioria dos pacientes apresentou estenose superior a 70% (87,4%), e 63 pacientes eram assintomáticos no momento da intervenção. Observou-se discreto predomínio das intervenções na carótida direita. Conclui-se que houve discreto predomínio da angioplastia com Stent em relação à endarterectomia, com maior frequência de procedimentos em pacientes idosos e com estenose grave.
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