USO EXCESSIVO DE TELAS, E SUA RELAÇÃO COM PRÁTICAS CORPORAIS E TRAÇOS ANSIOSOS EM ESCOLARES DO ENSINO FUNDAMENTAL, ANOS FINAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30836Palavras-chave:
Tempo de tela, Atividade física, AdolescenteResumo
Esse artigo buscou investigar a possível relação entre o uso excessivo de telas, os níveis de atividade física e a presença de traços ansiosos em adolescentes da Rede Municipal de Ensino de Teresina. Trata-se de uma pesquisa transversal, de abordagem quantitativa, realizada com 118 alunos do Ensino Fundamental – anos finais. Para avaliar o uso de telas, utilizou-se um questionário sociodemográfico, enquanto os níveis de atividade física foram avaliados por meio da versão curta do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) e os traços ansiosos por meio da Escala Traço-Ansiedade Infantil. Os resultados demonstraram que 94,9% dos adolescentes possuíam dispositivo eletrônico próprio e que 75,4% utilizavam telas por três horas ou mais diariamente. Quanto à atividade física, 74,1% foram classificados como sedentários e 91,1% como irregularmente ativos. Em relação aos traços ansiosos, observou-se maior frequência entre os estudantes que possuíam dispositivo eletrônico próprio (54,5%), em comparação aos que não possuíam (16,7%). Concluiu-se que o maior tempo de exposição às telas esteve relacionado a menores níveis de atividade física e maior frequência de traços ansiosos entre os adolescentes
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