USO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NA GESTAÇÃO: IMPACTOS NA SAÚDE MENTAL MATERNA, NO DESENVOLVIMENTO FETAL E IMPLICAÇÕES PARA A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30745Palavras-chave:
Assistência de enfermagem, Desenvolvimento fetal, Gestantes, Saúde Mental, Substâncias psicoativasResumo
Objetivo: Descrever os impactos do uso de substâncias psicoativas na saúde mental de mulheres e no desenvolvimento fetal, visando o papel do enfermeiro frente a essas pacientes. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, executada nas bases de dados PubMed/MEDLINE, SciELO e LILACS. Resultados: Evidenciam que a baixa adesão ao tratamento por parte das gestantes usuárias de substâncias psicoativas intensifica a complexidade do cuidado de enfermagem. Esse cenário contribui para prejuízos no desenvolvimento fetal, visto que a exposição contínua às substâncias compromete a vitalidade neonatal e eleva o risco de complicações perinatais. Diante disso, a proposta do estudo destaca a necessidade de qualificar a atuação profissional, implementando estratégias de escuta qualificada e protocolos de assistência adaptados para mitigar os impactos dessas vulnerabilidades no binômio mãe-filho. Conclusão: Considera-se que o uso de substâncias psicoativas na gestação acomete diretamente ao binômio materno-fetal, destacando a relevância da assistência de enfermagem para minorar agravos.
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