SÍNDROME ALCOÓLICA FETAL: ETIOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTIO EM PERSPECTIVA ATUALIZADA (2020-2025)
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.23109Palavras-chave:
Síndrome alcoólica fetal. Álcool durante a gravidez. Prevenção.Resumo
O problema do uso constante do álcool é de extrema relevância para a saúde pública, especialmente em mulheres que estão na idade reprodutiva, porque há risco de comprometimento do feto. A Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) trata-se da manifestação mais grave dos Distúrbios do Espectro Alcoólico Fetal (FASD), que resulta em alterações físicas, de cognição e comportamentais que hoje segundo a literatura não apresenta possibilidade de cura. O estudo em questão teve como objetivo analisar os impactos do etilismo durante a gestação, focando na prevenção da SAF. Foi usado como modelo revisão narrativa realizada entre março e novembro de 2025, baseado em artigos publicados entre 2020 e 2025 nas bases SciELO, PubMed e LILACS. Os resultados ainda indicam que qualquer quantidade de etanol é tóxica e que atravessa a barreira placentária, permanece no organismo fetal e provoca lesões estruturais e alterações no Sistema Nervoso Central (SNC) e comprometimento na cognição a longo prazo. A literatura traz como evidencia que a detecção precoce e a orientação em educação em saúde sobre os riscos se apresentam como fundamentais para prevenir a SAF, além disso, a capacitação profissional para conseguir fazer a orientação as pacientes e evitar complicações. Conclui-se que as ações de educação que são direcionadas para as gestantes aliadas à profissionais capacitados são de extrema importância para prevenir a SAF, promovendo o cuidado do binômio mãe e bebê.
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