PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS FRATURAS MAXILOFACIAIS EM UM HOSPITAL REGIONAL DE RONDÔNIA: ESTUDO RETROSPECTIVO DE 10 ANOS

Autores

  • Nathália Gavioli Belato FAMEESP
  • Veronica Cristina Kuczmarski Gerhard UNIOESTE
  • Lauany Sabrinna Balbinot UNINASSAU
  • Tamires Rossow Kalke UNINASSAU
  • Karen Nascimento Sanches UNINASSAU
  • Alice Vitória Vidal Pelegrini UNINASSAU
  • Rafael Elias Gil Costa UNINASSAU
  • Emmanuel Carlos Krauze Ribeiro da Silva UNINASSAU
  • Gardênia Ferreira Franco UNINASSAU
  • Wagner Humberto Martins dos Santos UNIC

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29112

Palavras-chave:

Fraturas maxilofaciais. Epidemiologia. Acidentes de trânsito.

Resumo

 Este estudo teve como objetivo analisar o perfil epidemiológico das fraturas maxilofaciais atendidas em um hospital regional de Rondônia ao longo de um período de 10 anos. Trata-se de estudo epidemiológico, retrospectivo, observacional e descritivo, com abordagem quantitativa, realizado por meio da análise de prontuários de pacientes atendidos no Hospital Regional de Cacoal (HRC), entre os anos de 2014 e 2024. Foram analisados 1.150 prontuários, dos quais 803 apresentaram diagnóstico de fraturas maxilofaciais. Observou-se predominância do sexo masculino, correspondendo a 79,20% dos casos, com maior frequência entre indivíduos de 18 a 40 anos (64,13%). Os acidentes de trânsito constituíram a principal etiologia das fraturas maxilofaciais (69,73%). A mandíbula foi a estrutura anatômica mais frequentemente acometida, seguida pelo complexo zigomático-orbitário. Entre as demais etiologias analisadas, manteve-se predominância de fraturas mandibulares, exceto nos acidentes desportivos, nos quais houve maior frequência de acometimento do complexo zigomático-orbitário. Conclui-se que os acidentes de trânsito constituem a principal causa das fraturas maxilofaciais na população estudada, acometendo predominantemente homens jovens em idade economicamente ativa, evidenciando a necessidade de estratégias preventivas voltadas à segurança viária e à redução dos fatores de risco associados.

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Biografia do Autor

  • Nathália Gavioli Belato, FAMEESP

    Pós-graduada em Patologia Oral e Maxilofacial pela FAMEESP.

  • Veronica Cristina Kuczmarski Gerhard, UNIOESTE

    Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). 

  • Lauany Sabrinna Balbinot, UNINASSAU

    Discente do curso de Odontologia do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU).

  • Tamires Rossow Kalke, UNINASSAU

    Discente do curso de Odontologia do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU).

  • Karen Nascimento Sanches, UNINASSAU

    Discente do curso de Odontologia do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU).

  • Alice Vitória Vidal Pelegrini, UNINASSAU

    Discente do curso de Odontologia do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU).

  • Rafael Elias Gil Costa, UNINASSAU

    Discente do curso de Odontologia do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU).

  • Emmanuel Carlos Krauze Ribeiro da Silva, UNINASSAU

    Discente do curso de Odontologia do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU).

  • Gardênia Ferreira Franco, UNINASSAU

    Discente do curso de Odontologia do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU).

  • Wagner Humberto Martins dos Santos, UNIC

    Orientador. Professor Preceptor da Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Complexo Hospitalar de Cacoal. Graduado pela Universidade de Cuiabá (UNIC), Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Especialista em Odontologia Legal pela ABO-RO.

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Publicado

2026-07-27

Como Citar

Belato, N. G., Gerhard, V. C. K., Balbinot, L. S., Kalke, T. R., Sanches, K. N., Pelegrini, A. V. V., Costa, R. E. G., Silva, E. C. K. R. da, Franco, G. F., & Santos, W. H. M. dos. (2026). PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS FRATURAS MAXILOFACIAIS EM UM HOSPITAL REGIONAL DE RONDÔNIA: ESTUDO RETROSPECTIVO DE 10 ANOS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(7), 1-9. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29112

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