PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES COM FRATURA DE PELVE OU DE ACETÁBULO EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE REFERÊNCIA EM ALAGOAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28749Palavras-chave:
Fratura. Perfil Epidemiológico. Incidência. Traumatologia. Saúde Pública.Resumo
Objetivos: Descrever o perfil epidemiológico de pacientes com fraturas de pelve ou acetábulo atendidos em um hospital público de referência em Alagoas, identificando características sociodemográficas mais frequentes. Métodos: Estudo prospectivo com análise epidemiológica observacional das fraturas de pelve e de acetábulo sofridas pelos internados no hospital público de referência em Alagoas, com base na classificação de Judet e Letournel para acetábulo e de Tile et al. para pelve, entre 2024 e 2025. Foram coletados dados de prontuários e aplicado questionário padronizado. As variáveis analisadas incluíram sexo, idade, ocupação, mecanismo de trauma, dia da semana, horário e tipo de fratura. Resultados: 57 pacientes foram internados neste hospital pelos motivos estudados, com um predomínio de homens, pessoas entre 18 e 30 anos e desempregados. A cinemática do trauma mais evidente foi em acidentes com motocicleta, em dias de sábado e no turno da tarde. As fraturas de acetábulo mais frequentes foram as de parede posterior e, entre as da pelve, prevaleceram as do tipo B1. Conclusão: Os achados reforçam a necessidade de estratégias preventivas voltadas a motociclistas e adultos jovens, intensificação da fiscalização de trânsito em períodos críticos e capacitação de profissionais de saúde para manejo rápido e eficaz dessas fraturas.
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