ANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM MENINGITE NO ESTADO DO PARANÁ NO BRASIL DURANTE O PERÍODO DE 2014 A 2024
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24897Palavras-chave:
Meningite. Epidemiologia. Saúde pública.Resumo
Esse artigo buscou analisar o perfil epidemiológico dos casos de meningite em crianças e adolescentes no estado do Paraná, no período de 2014 a 2024, com foco em variáveis como faixa etária, sexo, sazonalidade, evolução dos casos, etiologia, distribuição regional e variação temporal. Trata-se de uma pesquisa de natureza básica, com abordagem quantitativa, método descritivo e delineamento ecológico. Os dados foram obtidos da plataforma pública DATASUS, com organização e tabulação no Microsoft Excel. Os principais resultados apontaram maior incidência em menores de 1 ano, com predominância do sexo masculino (60%) e da etiologia viral (66,8%). A maior parte dos casos teve desfecho favorável (93% de altas), embora a letalidade ainda seja relevante em lactentes. A distribuição mensal indicou picos sazonais, enquanto a variação anual revelou flutuações, com queda em 2020-2021 e aumento em 2022. A Macrorregião Leste concentrou a maior parte dos casos. Conclui-se que a meningite continua sendo um importante problema de saúde pública na infância e adolescência, exigindo vigilância contínua, diagnóstico precoce e ampliação da cobertura vacinal para redução da morbimortalidade, especialmente nos grupos mais vulneráveis.
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