MANEJO CIRÚRGICO DE TERCEIROS MOLARES INFERIORES DE ALTO RISCO: CORONECTOMIA VERSUS EXODONTIA TOTAL NA PREVENÇÃO DE PARESTESIA DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR

Autores

  • Raquel Helena Rodrigues Rapozo UniRV
  • Ana Paula Granja Scarabel Nogueira Bella UNIP
  • Renato Brito da Silva Anhanguera
  • Marcella Vanine Damas de Araujo Faculdade Veiga de Almeida
  • Patricia Maria Couto IMES
  • José da Silva Júnior São Leopoldo Mandic
  • Philippi Machado dos Reis Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Tereza Regina Péres Vaz Faculdade São Leopoldo Mandic image/svg+xml
  • Vanessa Oliveira Reis Dias UNIME
  • Brunno Pereira Silva PUC
  • Rebeca Vidal Capelupi UFJF
  • Carolina Cardoso de Souza UNA
  • Ivan Silva Andrade IOA
  • Oseias Rodrigues da Silva CECAPE

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28698

Palavras-chave:

Coronectomia. Terceiro molar. Exodontia. Nervo alveolar inferior. Parestesia.

Resumo

A remoção cirúrgica de terceiros molares inferiores de alto risco pode estar associada à parestesia do nervo alveolar inferior, especialmente quando há íntima relação entre as raízes dentárias e o canal mandibular. Nesse contexto, a coronectomia tem sido proposta como alternativa conservadora à exodontia total, com o objetivo de reduzir o risco dessa complicação. O presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, as evidências científicas dos últimos dez anos sobre o manejo cirúrgico de terceiros molares inferiores de alto risco, comparando a coronectomia e a exodontia total quanto à prevenção da parestesia do nervo alveolar inferior, bem como suas indicações, complicações e implicações clínicas para o planejamento cirúrgico seguro. O levantamento bibliográfico foi realizado nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO e ScienceDirect, considerando publicações entre 2016 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram incluídos estudos clínicos, observacionais, ensaios clínicos, revisões sistemáticas e meta-análises relacionados ao tema. Os achados sugerem que a coronectomia pode reduzir o risco de parestesia em casos criteriosamente selecionados, embora apresente limitações, como migração radicular, exposição dos remanescentes e eventual necessidade de reintervenção. Conclui-se que a coronectomia representa uma alternativa conservadora relevante à exodontia total em terceiros molares inferiores de alto risco, desde que indicada mediante avaliação clínica e por imagem, consentimento informado e acompanhamento pós-operatório adequado.

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Biografia do Autor

  • Raquel Helena Rodrigues Rapozo, UniRV

    Estudante de Odontologia. Universidade de Rio Verde (UniRV).

  • Ana Paula Granja Scarabel Nogueira Bella, UNIP

    Graduada em Biomedicina e Odontologia; Especialista em Implantodontia; Mestre em Análises Clínicas; Doutora em Implantodontia e Prótese. Unisa/SP; UNIP/SP

  • Renato Brito da Silva, Anhanguera

    Graduado em Odontologia; Pós-graduando em Implantodontia; Pós-graduando em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Universidade Anhanguera de São Paulo; São Leopoldo Mandic; IOA Vila Olímpia.

  • Marcella Vanine Damas de Araujo, Faculdade Veiga de Almeida

    Estudante de Odontologia. Faculdade Veiga de Almeida.

  • Patricia Maria Couto, IMES

    Mestre; Professora de Odontologia. Faculdade São Leopoldo Mandic; IMES – Catanduva/SP.

  • José da Silva Júnior, São Leopoldo Mandic

    Doutor. São Leopoldo Mandic.

  • Philippi Machado dos Reis, Universidade Católica de Brasília

    Graduado em Odontologia. Universidade Católica de Brasília.

  • Tereza Regina Péres Vaz, Faculdade São Leopoldo Mandic

    Doutoranda em Ortodontia. Faculdade São Leopoldo Mandic.

  • Vanessa Oliveira Reis Dias, UNIME

    Graduada em Odontologia. UNIME Lauro de Freitas.

  • Brunno Pereira Silva, PUC

    Graduado em Odontologia; Especialista em Implantodontia; Mestre em Clínica Odontológica.UFVJM; ABO-MG; PUC-MG.

  • Rebeca Vidal Capelupi, UFJF

    Mestranda em Clínica Odontológica. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

  • Carolina Cardoso de Souza, UNA

    Graduada em Odontologia. UNA Contagem.

  • Ivan Silva Andrade, IOA

    Doutor em Implantodontia. IOA Belo Horizonte.

  • Oseias Rodrigues da Silva, CECAPE

    Graduado em Filosofia; Graduando em Odontologia. FAERPI; CECAPE.

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Publicado

2026-07-10

Como Citar

Rapozo, R. H. R., Bella, A. P. G. S. N., Silva, R. B. da, Araujo, M. V. D. de, Couto, P. M., Silva Júnior, J. da, Reis, P. M. dos, Vaz, T. R. P., Dias, V. O. R., Silva, B. P., Capelupi, R. V., Souza, C. C. de, Andrade, I. S., & Silva, O. R. da. (2026). MANEJO CIRÚRGICO DE TERCEIROS MOLARES INFERIORES DE ALTO RISCO: CORONECTOMIA VERSUS EXODONTIA TOTAL NA PREVENÇÃO DE PARESTESIA DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(7), 1-10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28698