PARESTESIA DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR EM CIRURGIA ORAL: CAUSAS, PREVENÇÃO E TRATAMENTO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26764Palavras-chave:
Cirurgia Oral. Nervo Alveolar Inferior. Parestesia. Prevenção. Tratamento.Resumo
A parestesia do nervo alveolar inferior configura-se como uma das complicações mais relevantes em cirurgias orais, especialmente nas exodontias de terceiros molares inferiores. Esse tipo de alteração sensorial, que pode se manifestar como dormência, formigamento ou perda parcial da sensibilidade em regiões inervadas pelo nervo, desperta atenção pela sua repercussão funcional e pelo impacto direto na qualidade de vida do paciente. Investigar os principais fatores relacionados à ocorrência da parestesia do nervo alveolar inferior em cirurgias orais, especialmente nas exodontias de terceiros molares inferiores. Esse estudo se trata de uma revisão integrativa da literatura com abordagem qualitativa, sendo realizada uma busca de artigos nas bases de dados: Scientific Electronic Library Online (ScieLO), National Library of Medicine (PubMed), Science Direct. Lilacs. Foram utilizados os seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Cirurgia Oral; Nervo Alveolar Inferior; Parestesia; Prevenção; Tratamento. Os critérios de inclusão foram artigos publicados entre os anos de 2019 à 2025, garantindo a atualização das informações dos estudos; Estudos em Português, Inglês e Espanhol; Pesquisas que abordem sobre a parestesia do nervo alveolar inferior. Foram excluídos trabalhos que não abordassem a temática do estudo; estudos não disponíveis; estudos com qualidade metodológica muito baixa; artigos irrelevantes. Primeiramente, identificamos 420 estudos para a composição deste trabalho. Logo em seguida, após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão que já tinham sido definidos, foram selecionados um total de 8 artigos para a composição deste trabalho. Conclui-se que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para o prognóstico do paciente quando a parestesia se manifesta. O acompanhamento clínico, terapias medicamentosas e, em situações mais complexas, procedimentos cirúrgicos são algumas das abordagens terapêuticas possíveis.
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