INTERVENÇÕES DERMATOLÓGICAS NO MANEJO DA SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON E NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28147

Palavras-chave:

Síndrome de Stevens-Johnson. Necrólise Epidérmica Tóxica. Dermatologia. Terapêutica. Imunossupressores.

Resumo

Introdução: a Síndrome de Stevens-Johnson e a necrólise epidérmica tóxica constituem reações mucocutâneas graves, geralmente medicamentosas, caracterizadas por necrose epidérmica, descolamento cutâneo, acometimento de mucosas e risco elevado de mortalidade (CREAMER et al., 2016; SCHWARTZ et al., 2013). Objetivo: analisar intervenções dermatológicas e sistêmicas utilizadas no manejo da Síndrome de Stevens-Johnson, com atenção ao cuidado cutâneo, suspensão do agente causal, suporte e imunomodulação. Metodologia: revisão sistemática, descritiva e qualitativa, conforme PRISMA 2020 (PAGE et al., 2021), com busca nas bases PubMed, BVS e SciELO entre 2021 e 2026, utilizando descritores DeCS/BVS relacionados a Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatologia, terapêutica e imunossupressores. Resultados: foram selecionados seis estudos. As evidências reforçam suspensão precoce do fármaco suspeito, cuidado de feridas, suporte em unidade especializada e avaliação criteriosa de terapias sistêmicas como corticosteroides, ciclosporina, etanercepte, imunoglobulina intravenosa e combinações terapêuticas (KRIDIN et al., 2021; HOUSCHYAR et al., 2021; JACOBSEN et al., 2022; ZHANG et al., 2022; CHANG et al., 2022; HEUER et al., 2025). Conclusão: o manejo dermatológico deve ser precoce, interdisciplinar e individualizado, priorizando reconhecimento rápido, suporte cutâneo e escolha cautelosa de imunomodulação (CREAMER et al., 2016; JACOBSEN et al., 2022).

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Biografia do Autor

  • Lara Costa Corrêa, Anhembi Morumbi University

    Graduada em Medicina, Universidade Anhembi Morumbi.

  • Estela Caldas Fleury Borges, Pontifícia Universidade Católica de Goiás

    Graduanda em Medicina, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).

  • Giovanna Santos Cunha, Pontifícia Universidade Católica de Goiás

    Acadêmica de Medicina, Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

  • Luís Felipe Gonçalves de Souza, Universidade de Rio Verde

    Graduado em Medicina, Universidade de Rio Verde.

  • Anna Paula Thomé Spenciere, Centro Universitário de Mineiros

    Graduação em Medicina, Unifimes- Campus Trindade.

  • Isabella Cristina Santos de Castro, Centro Universitário Alfredo Nasser

    Graduada em Medicina, Centro Universitário Alfredo Nasser.

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Publicado

2026-07-29

Como Citar

Corrêa, L. C., Borges, E. C. F., Cunha, G. S., Souza, L. F. G. de, Spenciere, A. P. T., & Castro, I. C. S. de. (2026). INTERVENÇÕES DERMATOLÓGICAS NO MANEJO DA SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON E NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(7), 1-16. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28147