O IMPACTO PSICOSSOCIAL DA COLOSTOMIA EM CRIANÇAS E O PAPEL DO ENFERMEIRO NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO

Autores

  • Luara Cristina Santos da Rosa UNIG
  • Mylena Cristina Martins de Oliveira UNIG
  • Vânia Coutinho UNIG
  • Fernanda Cardoso Corrêa Póvoa UNIG
  • Wanderson Alves Ribeiro UNIG
  • Keila do Carmo Neves UNIG

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v4i3.28138

Palavras-chave:

Colostomia. Criança. Impacto Psicossocial. Enfermagem. Adaptação. Qualidade de Vida.

Resumo

A colostomia em crianças representa uma cirurgia que altera profundamente a rotina da criança e de sua família, impactando não apenas fisicamente, mas também no que diz respeito ao emocional, social e comportamental. Este estudo buscou compreender os efeitos psicossociais da colostomia em crianças e ressaltar a importância do enfermeiro na adaptação, na qualidade de vida e na inclusão social. Este trabalho consiste em uma revisão integrativa da literatura, de caráter descritivo e abordagem qualitativa, realizada com base em pesquisas nas seguintes bases de dados: BVS, PubMed, MEDLINE, LILACS, BDENF e Portal CAPES. Depois de aplicar os critérios de inclusão e exclusão, foram escolhidos 25 artigos que foram publicados entre 2020 e 2025. Os resultados mostraram que crianças colostomizadas costumam sentir medo, vergonha, insegurança, baixa autoestima e medo da rejeição social, especialmente na escola. Constatou-se também que tanto os familiares quanto os cuidadores enfrentam sobrecarga emocional, desafios no manejo do estoma e uma necessidade contínua de apoio profissional. O enfermeiro teve um papel essencial na diminuição dos efeitos psicossociais, oferecendo consultas especializadas, ações educativas, suporte emocional, promoção do autocuidado e acompanhamento constante. Também tecnologias educacionais, capacitação familiar e educação em saúde ajudaram a aumentar a autonomia, a segurança e a adaptação da criança e de sua família. Portanto, a assistência de enfermagem, quando oferecida de maneira completa e com atenção ao ser humano, contribui de forma significativa para a adaptação à colostomia, melhorando a qualidade de vida, a inclusão social e o bem-estar biopsicossocial.

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Biografia do Autor

  • Luara Cristina Santos da Rosa, UNIG

    Acadêmico do curso de graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG).

  • Mylena Cristina Martins de Oliveira, UNIG

    Acadêmico do curso de graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG).

  • Vânia Coutinho, UNIG

    Enfermeira. Doutoranda em Fisiopatologia Clínica e Experimental (UERJ), mestre em Enfermagem (UERJ) e graduanda em Biomedicina. Possui especializações nas áreas de Enfermagem Perioperatória, Estomaterapia, Geriatria e Gerontologia, Nutrição Clínica, Dermatologia e Estética, Acupuntura, Gestão de Projetos e Educação a Distância. Professora da UERJ e da UNIG, atua no ensino, assistência, gestão e consultoria em saúde. Tem experiência em Centro Cirúrgico, Recuperação Pós-Anestésica, Central de Material e Estomaterapia, além de atuação em consultório especializado. É CEO da Seiton Cursos desde 2000, com experiência na coordenação, implantação e gestão de cursos presenciais e a distância na área da saúde. 

  • Fernanda Cardoso Corrêa Póvoa, UNIG

    Enfermeira. Mestre em Educação Em Saúde pela Universidade Federal Fluminense; Docente na Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG).  

  • Wanderson Alves Ribeiro, UNIG

    Enfermeiro. Mestre, Doutor com pós-doutorado pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF; Docente nos Cursos da Universidade Iguaçu (UNIG) de Graduação em Enfermagem, Lato Sensu em Enfermagem em CTI e Emergência; Enfermagem em Neonatologia e Pediatria; Enfermagem em Obstetrícia; Fisioterapia em CTI com ênfase em Nenonatologia, Pediatria e Adulto. Stricto Sensu: Mestrado Acadêmico em Vigilância em Saúde. 

  • Keila do Carmo Neves, UNIG

    Enfermeira. Mestre e Doutora em Enfermagem pela EEAN-UFRJ; Docente na Graduação em Enfermagem e coordenadora do curso de Pós-graduação em Enfermagem em Neonatologia e Pediatria da Universidade Iguaçu (UNIG). 

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Publicado

2026-06-29

Como Citar

Rosa, L. C. S. da, Oliveira, M. C. M. de, Coutinho, V., Póvoa, F. C. C., Ribeiro, W. A., & Neves, K. do C. (2026). O IMPACTO PSICOSSOCIAL DA COLOSTOMIA EM CRIANÇAS E O PAPEL DO ENFERMEIRO NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO . Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 4(01), 1-23. https://doi.org/10.51891/rease.v4i3.28138

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