DETERMINANTES SOCIAIS E ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE NO BRASIL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

Autores

  • Evilda Rodrigues de Lima Universidade Federal Rural de Pernambuco image/svg+xml
  • Benedita Luana Cardoso de Sousa Instituto de Ensino e Pesquisa do Planalto Central
  • Marialdo Dias Barroso Mendonça Universidade Estadual do Ceará image/svg+xml
  • Edna Maria dos Anjos Mota Faculdade São Lucas image/svg+xml
  • Victor dos Anjos Ferreira Universidade Del Atlântico
  • Elaine Pereira Barbiéri de Carvalho UnDF/ESCS
  • Suelen Goecks Oliveira Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul image/svg+xml
  • Roberta Bitencourt Arduin dos Santos Hospital de Clínicas de Porto Alegre do Rio Grande do Sul
  • Francisco Felipe de Sousa Vasconcelos Escola de Saúde Pública do Ceará image/svg+xml
  • Jayne Vieira Nogueira Centro Universitário Redentor
  • Willian Pereira Batista Centro Universitário Redentor
  • Judith Marques Duarte World University Ecumenical
  • Antonio Silva Sousa FAHOL

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.25813

Palavras-chave:

Determinantes sociais da saúde. Acesso aos serviços de saúde. Iniquidades em saúde. Sistema Único de Saúde. Saúde pública.

Resumo

O acesso aos serviços de saúde constitui um dos principais desafios para a efetivação do direito à saúde no Brasil, sendo fortemente influenciado pelos determinantes sociais. Este estudo teve como objetivo analisar as evidências científicas sobre a influência desses determinantes no acesso aos serviços de saúde no contexto brasileiro. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as recomendações do PRISMA 2020, com buscas realizadas nas bases PubMed/MEDLINE, LILACS, SciELO, Web of Science e Biblioteca Virtual em Saúde. Foram incluídos 12 estudos publicados em português que abordassem a relação entre determinantes sociais e acesso aos serviços de saúde no Brasil. Os resultados evidenciaram que fatores como renda, escolaridade, raça, território e condições de vida influenciam diretamente o acesso e a utilização dos serviços, contribuindo para a manutenção de iniquidades em saúde. Observou-se que, embora o Sistema Único de Saúde represente um avanço significativo, persistem barreiras estruturais, organizacionais e socioculturais que dificultam a efetivação da equidade. Conclui-se que o enfrentamento dessas desigualdades exige estratégias intersetoriais, fortalecimento das políticas públicas e qualificação das práticas assistenciais, visando à construção de um sistema de saúde mais equitativo e resolutivo, conforme os princípios do SUS.

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Biografia do Autor

  • Evilda Rodrigues de Lima, Universidade Federal Rural de Pernambuco

    Doutorado em Ciência. Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco. 

  • Benedita Luana Cardoso de Sousa, Instituto de Ensino e Pesquisa do Planalto Central

    Pós-graduação em enfermagem do trabalho, Instituto de Ensino e Pesquisa do Planalto Central Ltda.

  • Marialdo Dias Barroso Mendonça, Universidade Estadual do Ceará

    Mestrado em Gestão em Saúde, Universidade Estadual do Ceará.

  • Edna Maria dos Anjos Mota, Faculdade São Lucas

    Pós-graduação em Auditoria em Saúde, Faculdade São Lucas.

  • Victor dos Anjos Ferreira, Universidade Del Atlântico

    Mestrando em Direção Estratégica das Organizações em Saúde, Universidade Del Atlântico.

  • Elaine Pereira Barbiéri de Carvalho, UnDF/ESCS

    Mestranda em Ciências da Saúde, UnDF/ESCS.

  • Suelen Goecks Oliveira, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

    Doutorado em Saúde da Criança, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

  • Roberta Bitencourt Arduin dos Santos, Hospital de Clínicas de Porto Alegre do Rio Grande do Sul

    Mestranda em Saúde da Criança e do Adolescente, Hospital de Clínicas de Porto Alegre do Rio Grande do Sul.

  • Francisco Felipe de Sousa Vasconcelos, Escola de Saúde Pública do Ceará

    Pós-graduação em saúde da família e comunidade, Escola de Saúde Pública do Ceará.  

  • Jayne Vieira Nogueira, Centro Universitário Redentor

    Pós-graduação em Fisioterapia em UTI Neonatal e Pediátrica. Centro Universitário Redentor.

  • Willian Pereira Batista, Centro Universitário Redentor

    Pós-graduação em Fisioterapia em UTI Neonatal e Pediátrica. Centro Universitário Redentor.

  • Judith Marques Duarte, World University Ecumenical

    Mestranda em Ciências da Educação, World University Ecumenical.

  • Antonio Silva Sousa, FAHOL

    Pós-graduação em Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente, Faculdade Holística – FAHOL. 

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Publicado

2026-05-26

Como Citar

Lima, E. R. de, Sousa, B. L. C. de, Mendonça, M. D. B., Mota, E. M. dos A., Ferreira, V. dos A., Carvalho, E. P. B. de, Oliveira, S. G., Santos, R. B. A. dos, Vasconcelos, F. F. de S., Nogueira, J. V., Batista, W. P., Duarte, J. M., & Sousa, A. S. (2026). DETERMINANTES SOCIAIS E ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE NO BRASIL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(5), 1-13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.25813

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