PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS PARA ALUNOS COM TEA NO ENSINO FUNDAMENTAL

Autores

  • Simone Alves da Mata Universidad Europea del Atlántico image/svg+xml
  • Athais Michelly Andrade Nascimento Oliveira Must University
  • Juraci Magalhães Rodrigues Universidade Del Sol
  • Nádia Alves da Silva Brandão Universidade Estadual do Acre
  • Patric Devyd Gomes Vieira
  • Rosália Bueno Magalhães de Lima Must University

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25467

Palavras-chave:

Inclusão escolar. Transtorno do espectro autista. Estratégias pedagógicas. Ensino fundamental. Comunicação alternativa.

Resumo

O presente trabalho examina as práticas pedagógicas adaptadas para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino fundamental, destacando a necessidade de abordagens que promovam equidade e engajamento efetivo. O objetivo central reside em investigar como intervenções personalizadas podem mitigar barreiras à aprendizagem, fomentando autonomia e interação social em ambientes escolares comuns. Adota-se uma perspectiva crítica sobre a integração de estratégias comunicativas e recursos tecnológicos, revelando que tais práticas não apenas atendem às particularidades sensoriais e cognitivas dos alunos, mas também enriquecem o currículo para o grupo todo, conforme explorado por Santos (2024), que enfatiza a comunicação alternativa como eixo transformador. A metodologia consiste em pesquisa bibliográfica, na qual se sistematizam fontes teóricas para construir um quadro analítico coeso, alinhando-se aos princípios delineados por Lakatos e Marconi (2017), que orientam a seleção criteriosa de materiais para análise profunda, e Severino (2017), que reforça a relevância de uma revisão exaustiva para validar argumentos educacionais. Esse procedimento permite mapear contribuições de autores como Mantoan (2015), cujas proposições sobre inclusão ativa guiam a reflexão, e Stainback e Stainback (1999), que complementam com orientações práticas para educadores. Assim, o texto delineia caminhos para superar desafios como a rigidez curricular, propondo que a inclusão genuína exija formação contínua de professores, resultando em salas de aula responsivas e equânimes, onde o potencial de cada aluno se desdobra em harmonia coletiva.

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Biografia do Autor

  • Simone Alves da Mata, Universidad Europea del Atlántico

    Mestre em Educação, com especialização em Formação de Professores. Universidad Europea del Atlántico – UNEATLANTICO.

  • Athais Michelly Andrade Nascimento Oliveira, Must University

    Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação. Must University (MUST).

  • Juraci Magalhães Rodrigues, Universidade Del Sol

    Mestrando em Ciências da Educação. Universidade Del Sol - UNADES.

  • Nádia Alves da Silva Brandão, Universidade Estadual do Acre

    Mestranda Profletras. Universidade Estadual do Acre - UFAC.

  • Patric Devyd Gomes Vieira

    Mestrando em Educação Inclusiva - PROFEI. Universidade Estadual do Maranhão.

  • Rosália Bueno Magalhães de Lima, Must University

    Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação. Must University (MUST).

     

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Publicado

2026-03-27

Como Citar

Mata, S. A. da, Oliveira, A. M. A. N., Rodrigues, J. M., Brandão, N. A. da S., Vieira, P. D. G., & Lima, R. B. M. de. (2026). PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS PARA ALUNOS COM TEA NO ENSINO FUNDAMENTAL. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(3), 1-14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25467

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