AVALIAÇÃO DA DOR ASSOCIADA À TERAPIA HORMONAL COM ANASTROZOL E TAMOXIFENO NO PÓS-QUIMIOTERAPIA EM CÂNCER DE MAMA

Autores

  • Cleber Nonato Macedo Costa UNIESAMAZ https://orcid.org/0009-0003-2169-2800
  • Valmir Castro do Carmo UNIESAMAZ
  • Laís Barros Pantoja Estácio
  • Taís Lottermann Guimarães Unifamaz
  • Thais Caroline Alves de Freitas Pimenta Unifamaz
  • Alícia Marques dos Santos UNIESAMAZ
  • Tales Gemaque Matos UNIESAMAZ
  • Regianne Maciel dos Santos Correa UFPA

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25437

Palavras-chave:

Câncer de mama terapia hormonal. Dor musculoesquelética. Anastrozol e tamoxifeno.

Resumo

O câncer de mama é uma das neoplasias mais prevalentes entre mulheres, e o avanço terapêutico tem aumentado a sobrevida, destacando a importância do manejo dos efeitos adversos a longo prazo. Entre as abordagens sistêmicas, a terapia hormonal com anastrozol e tamoxifeno é amplamente utilizada em tumores com receptores hormonais positivos. Apesar de sua eficácia na redução da recorrência, esses fármacos estão associados a efeitos adversos, especialmente dor musculoesquelética, que impacta negativamente a qualidade de vida e a adesão ao tratamento. Este estudo analisou a dor em pacientes submetidas à quimioterapia prévia e em uso de terapia hormonal, por meio de revisão da literatura. Observou-se que o anastrozol apresenta maior associação com dor articular e óssea, frequentemente relacionada à síndrome musculoesquelética induzida por inibidores da aromatase. Em contraste, o tamoxifeno apresenta menor incidência de dor, sendo mais associado a efeitos como fogachos e sintomas ginecológicos. A quimioterapia prévia, especialmente com taxanos, mostrou-se fator relevante na intensificação da dor, possivelmente devido à sensibilização nociceptiva e efeitos inflamatórios persistentes. A avaliação da dor é realizada por instrumentos como a Escala Visual Analógica e o Brief Pain Inventory, permitindo mensurar intensidade e impacto funcional. Conclui-se que a dor é multifatorial e influencia diretamente a adesão terapêutica. Estratégias de manejo, incluindo atividade física e acompanhamento clínico contínuo, são essenciais para reduzir sintomas e melhorar os desfechos clínicos, garantindo a continuidade do tratamento e melhor qualidade de vida.

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Biografia do Autor

  • Cleber Nonato Macedo Costa, UNIESAMAZ

    Pós-graduado em Farmácia Clinica e Cuidados farmacêuticos em oncologia. Centro Universitário da Amazônia (UNIESAMAZ).

  • Valmir Castro do Carmo, UNIESAMAZ

    Farmacêutico, Instituição: Centro Universitário da Amazônia (UNIESAMAZ).

  • Laís Barros Pantoja, Estácio

    Farmacêutica, Estácio de Belém. 

  • Taís Lottermann Guimarães, Unifamaz

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário Metropolitano da Amazônia – Unifamaz.

  • Thais Caroline Alves de Freitas Pimenta, Unifamaz

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário Metropolitano da Amazônia – Unifamaz.

  • Alícia Marques dos Santos, UNIESAMAZ

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário da Amazônia (UNIESAMAZ).

  • Tales Gemaque Matos, UNIESAMAZ

    Graduanda em Medicina, Centro Universitário da Amazônia (UNIESAMAZ).

  • Regianne Maciel dos Santos Correa, UFPA

    Orientadora: Doutora em Neurociências e Biologia Celular – UFPA. 

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Publicado

2026-04-14

Como Citar

Costa, C. N. M., Carmo, V. C. do, Pantoja, L. B., Guimarães, T. L., Pimenta, T. C. A. de F., Santos, A. M. dos, Matos, T. G., & Correa, R. M. dos S. (2026). AVALIAÇÃO DA DOR ASSOCIADA À TERAPIA HORMONAL COM ANASTROZOL E TAMOXIFENO NO PÓS-QUIMIOTERAPIA EM CÂNCER DE MAMA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(4), 1-18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25437