FATORES DE RISCO ASSOCIADOS A INTOXICAÇÕES EXÓGENA ACIDENTAIS EM CRIANÇAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores/as

  • Sarah Beatriz Marinho Sousa Universidade Estadual do Tocantins
  • Josefa Fernanda Paulino da Rocha Universidade Estadual do Tocantins
  • Lucas Ribeiro Araujo Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto
  • Maria Karliane Arruda Fontenele Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto
  • Francisco Alves Lima Junior Universidade Estadual do Tocantins
  • Karla Vanessa Morais Lima Faculdade de Medicina de Botucatu
  • Ana Maria da Costa Teixeira Carneiro Universidade Estadual do Tocantins
  • Maikon Chaves de Oliveira Universidade de Taubaté
  • Gustavo Ferreira Bena Universidade Estadual do Tocantins
  • Bruno Costa Silva Universidade Estadual do Tocantins
  • Dhonnel Oliveira da Silva Universidade do Estado do Pará
  • Natália Abou Hala Nunes Universidade de Taubaté
  • Késia Chaves da Silva Universidade de Taubaté

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.29887

Palabras clave:

Intoxicação infantil, Intoxicação exógena, Fatores de risco, Saúde da criança, Acidentes domésticos, Emergência pediátrica

Resumen

As intoxicações exógenas acidentais em crianças representam um importante problema de saúde pública, com elevada incidência na faixa etária de 0 a 4 anos, período marcado por curiosidade, desenvolvimento motor e maior vulnerabilidade. O presente estudo teve como objetivo identificar, na literatura, os principais fatores de risco associados às intoxicações exógenas acidentais em crianças no ambiente doméstico. Trata-se de uma revisão integrativa, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, conduzida conforme as recomendações do PRISMA. A busca foi realizada nas bases de dados BVS, BDENF e SciELO, utilizando descritores relacionados à temática, combinados por operadores booleanos. Foram incluídos estudos publicados nos últimos cinco anos, nos idiomas português e inglês, que abordassem fatores de risco e causas de intoxicações em crianças de 0 a 4 anos. Ao final do processo de seleção, 10 estudos compuseram a amostra. Os resultados evidenciaram que as intoxicações ocorrem predominantemente no ambiente domiciliar, com maior frequência em crianças do sexo masculino e na primeira infância. Os principais agentes causadores identificados foram medicamentos, produtos de limpeza e substâncias químicas, frequentemente associados ao armazenamento inadequado, à falta de supervisão e à baixa percepção de risco por parte dos responsáveis. Além disso, fatores socioeconômicos, educacionais e comportamentais contribuem para a ocorrência desses eventos. Conclui-se que as intoxicações infantis estão diretamente relacionadas a condições preveníveis, reforçando a necessidade de estratégias de educação em saúde, armazenamento seguro de substâncias tóxicas e qualificação das equipes de saúde, com foco na prevenção e no manejo adequado desses casos.

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Biografía del autor/a

  • Sarah Beatriz Marinho Sousa, Universidade Estadual do Tocantins

    Bacharel em Enfermagem pela Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

  • Josefa Fernanda Paulino da Rocha, Universidade Estadual do Tocantins

    Docente do curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

  • Lucas Ribeiro Araujo, Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto

    Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, Imperatriz, MA, Brasil.

  • Maria Karliane Arruda Fontenele, Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto

    Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, Imperatriz, MA, Brasil.

  • Francisco Alves Lima Junior, Universidade Estadual do Tocantins

    Docente do curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

  • Karla Vanessa Morais Lima, Faculdade de Medicina de Botucatu

    Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB/UNESP).

  • Ana Maria da Costa Teixeira Carneiro, Universidade Estadual do Tocantins

    Docente do curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

  • Maikon Chaves de Oliveira, Universidade de Taubaté

    Doutoranda em Ciências da Saúde pela Universidade de Taubaté (UNITAU).

  • Gustavo Ferreira Bena, Universidade Estadual do Tocantins

    Docente do curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

  • Bruno Costa Silva, Universidade Estadual do Tocantins

    Docente do curso de Medicina da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS).

  • Dhonnel Oliveira da Silva, Universidade do Estado do Pará

    Mestre em Cirurgia e Pesquisa Experimental pela Universidade do Estado do Pará (UEPA).

  • Natália Abou Hala Nunes, Universidade de Taubaté

    Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade de Taubaté (UNITAU).

  • Késia Chaves da Silva, Universidade de Taubaté

    Doutoranda em Ciências da Saúde pela Universidade de Taubaté (UNITAU).

Publicado

2026-10-30

Cómo citar

Sousa, S. B. M., Rocha, J. F. P. da, Araujo, L. R., Fontenele, M. K. A., Lima Junior, F. A., Lima, K. V. M., Carneiro, A. M. da C. T., Oliveira, M. C. de, Bena, G. F., Silva, B. C., Silva, D. O. da, Nunes, N. A. H., & Silva, K. C. da. (2026). FATORES DE RISCO ASSOCIADOS A INTOXICAÇÕES EXÓGENA ACIDENTAIS EM CRIANÇAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.29887