LOS TRABAJADORES QUE CUMPLEN LARGAS JORNADAS EN ESPACIOS CERRADOS SON MÁS VULNERABLES A LA DEFICIENCIA DE VITAMINA D

Autores/as

  • Elisama Araújo de Sena UFPB
  • Alcides da Silva Diniz Universidade Federal de Pernambuco image/svg+xml
  • Glêbia Alexa Cardoso Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Laine de Carvalho Guerra Pessoa Mamede Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Leonardo dos Santos Oliveira UPE/UFPB
  • Rhayra Priscilla Moraes Nóbrega UFPB
  • Celso Costa da Silva Júnior Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml
  • Fabiano Ferreira de Lima UPE/UFPB
  • Perla Silva Rodrigues UFC
  • Maria da Conceição Rodrigues Gonçalves Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29214

Palabras clave:

Entorno laboral. Exposición al sol. Ingesta de vitamina D.

Resumen

El objetivo fue estimar la prevalencia de la deficiencia de vitamina D y los factores biológicos y sociales asociados. Se realizó un estudio de serie de casos con 91 trabajadores. Los participantes se clasificaron según su horario de trabajo en interiores —turnos diurnos alternos (rotación de 12/36 horas) o turnos diarios fijos (9 horas y 48 minutos)— y se sometieron a una recopilación de datos que incluyó evaluaciones sociodemográficas y laborales, un recordatorio dietético de 24 horas realizado por triplicado y análisis bioquímicos. Se llevó a cabo un análisis de regresión de Poisson. La prevalencia de deficiencia de vitamina D fue del 16,5 % (n=15). Se encontraron asociaciones significativas entre el estado de vitamina D y la antigüedad laboral (χ²= 4,50; P= 0,034), el horario de trabajo (χ²= 23,60; P= 0,001) y la exposición solar durante el trayecto al trabajo (χ²= 6,53; P= 0,011). En el análisis de regresión, solo el horario de turno diario fijo mantuvo una asociación significativa con la deficiencia de vitamina D; los trabajadores con este horario tenían 1,33 veces más probabilidades de presentar dicha deficiencia (P= 0,001) que aquellos con el horario de turnos alternos. Si bien la prevalencia de deficiencia de vitamina D se considera baja, el horario de turno diario fijo resultó ser un factor de riesgo para esta deficiencia.

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Biografía del autor/a

  • Elisama Araújo de Sena, UFPB

    Mestra em Ciências da Nutrição, UFPB.

  • Alcides da Silva Diniz, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutorado em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, Brasil. Professor Titular da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, Brasil.

  • Glêbia Alexa Cardoso, Universidade Federal do Piauí

    Doutorado em Educação Física pelo Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física UPE/UFPB pela Universidade Federal da Paraíba, Brasil. Professora do Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Piauí, Brasil.

  • Laine de Carvalho Guerra Pessoa Mamede, Universidade Federal da Paraíba

    Doutorado em Ciências da Nutrição pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Brasil. Professor Adjunto IV da Universidade Federal da Paraíba, Brasil.

  • Leonardo dos Santos Oliveira, UPE/UFPB

    Doutorando pelo Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física UPE/UFPB. Professor da Escola de Ensino Superior do Agreste Paraibano – EESAP, Brasil.

  • Rhayra Priscilla Moraes Nóbrega, UFPB

    Graduada em Nutrição, UFPB.

  • Celso Costa da Silva Júnior, Universidade Federal da Paraíba

    Doutor em Ciência da Nutrição pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Brasil. Professor Visitante no Instituto Federal de Minas Gerais – IFMB, Brasil.

  • Fabiano Ferreira de Lima, UPE/UFPB

    Doutorando pelo Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física UPE/UFPB.

  • Perla Silva Rodrigues, UFC

    Doutoranda em Ciência e Tecnologia de Alimentos (UFC).

  • Maria da Conceição Rodrigues Gonçalves, Universidade Federal da Paraíba

    Doutora em Farmacologia pela Universidade Federal da Paraíba. Professora Titular do Departamento de Nutrição do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Brasil.

Publicado

2026-07-31

Cómo citar

Sena, E. A. de, Diniz, A. da S., Cardoso, G. A., Mamede, L. de C. G. P., Oliveira, L. dos S., Nóbrega, R. P. M., Júnior, C. C. da S., Lima, F. F. de, Rodrigues, P. S., & Gonçalves, M. da C. R. (2026). LOS TRABAJADORES QUE CUMPLEN LARGAS JORNADAS EN ESPACIOS CERRADOS SON MÁS VULNERABLES A LA DEFICIENCIA DE VITAMINA D. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(7), 1-16. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29214

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