CONSUMO DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS NA INFÂNCIA: ASSOCIAÇÕES COM A SAÚDE BUCAL E POSSÍVEIS REPERCUSSÕES NA QUALIDADE DE VIDA

Autores

  • Samara Reinheimer Marques Centro Universitário de Balsas
  • Laura Valentina Borges Pes Centro Universitário de Balsas
  • Ana Carolina Silva de Aquino Centro Universitário de Balsas
  • Janaílla Ribeiro Moura Centro Universitário de Balsas
  • Kayrla Tomicki Brandão Centro Universitário de Balsas
  • Ana Julia da Silva Prado Centro Universitário de Balsas

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31700

Palavras-chave:

Alimentos ultraprocessados, Cárie dentária, Saúde bucal, Criança, Qualidade de vida

Resumo

O consumo de alimentos ultraprocessados na infância tem aumentado e ocorre desde as primeiras etapas da alimentação complementar, podendo repercutir sobre a qualidade da dieta e sobre a saúde bucal. Este estudo teve como objetivo analisar os impactos do consumo de alimentos ultraprocessados na saúde bucal e suas possíveis repercussões na qualidade de vida infantil, considerando fatores familiares, comportamentais e socioeconômicos associados. Realizou-se revisão de literatura de caráter descritivo, com abordagem qualitativa e busca estruturada em bases e fontes científicas, incluindo artigos publicados entre 2016 e 2026, disponíveis na íntegra em português ou inglês. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, 19 estudos primários compuseram a síntese. Os achados mostraram introdução precoce e elevada frequência de ultraprocessados, com associação a escolaridade dos cuidadores, renda, composição familiar, práticas de aleitamento, hábitos dos responsáveis e fatores do ambiente alimentar. Estudos que avaliaram diretamente a saúde bucal identificaram associação entre maior consumo de ultraprocessados e maior ocorrência de cárie e dor dentária. Não foram identificados estudos primários que mensurassem diretamente a relação entre ultraprocessados e qualidade de vida infantil, sendo essa repercussão sustentada de forma indireta pelas consequências da cárie e da dor. Conclui-se que a prevenção requer ações alimentares, familiares e odontológicas integradas desde a primeira infância.

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Biografia do Autor

  • Samara Reinheimer Marques, Centro Universitário de Balsas

    Discente do 10º período do curso de Odontologia - Centro Universitário de Balsas (UNIBALSAS).

  • Laura Valentina Borges Pes, Centro Universitário de Balsas

    Orientadora. Mestre em Odontopediatria. Docente do curso de Odontologia - Centro Universitário de Balsas (UNIBALSAS).

  • Ana Carolina Silva de Aquino, Centro Universitário de Balsas

    Centro Universitário de Balsas (UNIBALSAS).

  • Janaílla Ribeiro Moura, Centro Universitário de Balsas

    Centro Universitário de Balsas (UNIBALSAS).

  • Kayrla Tomicki Brandão, Centro Universitário de Balsas

    Centro Universitário de Balsas (UNIBALSAS).

  • Ana Julia da Silva Prado, Centro Universitário de Balsas

    Discente do 10º período do curso de Odontologia - Centro Universitário de Balsas (UNIBALSAS).

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Publicado

2026-10-30

Como Citar

Marques, S. R., Pes, L. V. B., Aquino, A. C. S. de, Moura, J. R., Brandão, K. T., & Prado, A. J. da S. (2026). CONSUMO DE ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS NA INFÂNCIA: ASSOCIAÇÕES COM A SAÚDE BUCAL E POSSÍVEIS REPERCUSSÕES NA QUALIDADE DE VIDA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31700