TENDÊNCIA TEMPORAL E PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA TOXOPLASMOSE CONGÊNITA: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE ALAGOAS E BRASIL, 2019–2024

Autores

  • Mônica Matias Pereira Alves CESMAC
  • Edla Felinto Rijo Costa Garcia CESMAC
  • Jessica Maria Barros da Silva Soares Pinheiro CESMAC
  • Maria Klara Simão da Silva CESMAC
  • Gabriela Muniz de Albuquerque Melo Instituto de Química e Biotecnologia

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29479

Palavras-chave:

Toxoplasmose. Congênita. Estudos de Séries Temporais.

Resumo

Esse artigo buscou analisar a tendência temporal e o perfil epidemiológico da toxoplasmose congênita no Brasil e no estado de Alagoas entre os anos de 2019 e 2024, com ênfase nos desfechos clínicos e na distribuição dos casos segundo raça/cor. Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, retrospectivo, de série temporal e abordagem quantitativa, realizado com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Foram analisadas as variáveis ano de notificação, evolução do caso e raça/cor, utilizando-se análise descritiva por frequências absolutas e relativas, além do teste do qui-quadrado para tendência linear, considerando nível de significância de 5%. Os resultados evidenciaram 662 casos notificados em Alagoas e 33.271 no Brasil, com tendência de aumento das notificações ao longo do período analisado. Observou-se predominância dos desfechos classificados como “ignorado/branco” e “cura”, redução proporcional dos casos de cura nos anos mais recentes e baixa frequência de óbitos. Em relação à raça/cor, predominou a população parda, com diminuição gradual dos registros ignorados. Conclui-se que houve aumento das notificações de toxoplasmose congênita, associado à persistência de elevada incompletude dos registros, evidenciando a necessidade de fortalecer a vigilância epidemiológica e qualificar as informações em saúde.

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Biografia do Autor

  • Mônica Matias Pereira Alves, CESMAC

    Discente do curso Medicina no Centro Universitário CESMAC. 

  • Edla Felinto Rijo Costa Garcia, CESMAC

    Discente do curso Medicina no Centro Universitário CESMAC. 

  • Jessica Maria Barros da Silva Soares Pinheiro, CESMAC

    3 Discente do curso Medicina no Centro Universitário CESMAC.

  • Maria Klara Simão da Silva, CESMAC

    Discente do curso Medicina no Centro Universitário CESMAC. 

  • Gabriela Muniz de Albuquerque Melo, Instituto de Química e Biotecnologia

    Doutorado em Ciências pelo Instituto de Química e Biotecnologia.

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Publicado

2026-08-17

Como Citar

Alves, M. M. P., Garcia, E. F. R. C., Pinheiro, J. M. B. da S. S., Silva, M. K. S. da, & Melo, G. M. de A. (2026). TENDÊNCIA TEMPORAL E PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA TOXOPLASMOSE CONGÊNITA: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE ALAGOAS E BRASIL, 2019–2024. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(8), 1-13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29479

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