ENXERTOS ÓSSEOS AUTÓGENOS DA CALVÁRIA NA RECONSTRUÇÃO MAXILOFACIAL: COMPLICAÇÕES, FATORES DE RISCO E ESTRATÉGIAS PREVENTIVAS

Autores

  • Carla Regina Massaro Universidade Estadual do Oeste do Paraná image/svg+xml
  • Alexandre Vitor Soares Universidade Paulista image/svg+xml
  • Mariana Dronov Murgi UNIGRAN
  • Maiara Schaedler Vagner Universidade Paranaense image/svg+xml
  • João Henrique Rolde Universidade Paranaense image/svg+xml
  • Roque Luis Mendes Neto Universitário Maurício de Nassau
  • Sandra Raquel Medeiros Saito Faculdade Centro de Treinamento Acadêmico
  • Nathalia Cardoso Nascimento Centro Universitário Fibra

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29368

Palavras-chave:

Calota craniana. Traumatologia. Enxerto ósseo. Infecção.

Resumo

Os enxertos ósseos autógenos da calota craniana são amplamente utilizados em reconstruções bucomaxilofaciais complexas devido à sua biocompatibilidade, estabilidade volumétrica, baixa reabsorção e reduzida morbidade do sítio doador. Nas últimas décadas, o planejamento cirúrgico virtual, a impressão tridimensional e o uso de guias cirúrgicos personalizados aumentaram significativamente a precisão e a previsibilidade dos resultados reconstrutivos, favorecendo melhor adaptação dos enxertos e desfechos funcionais e estéticos mais satisfatórios. Apesar desses avanços, complicações como infecção, osteomielite, deiscência, exposição do enxerto e falha de incorporação óssea ainda representam desafios clínicos relevantes. Este estudo teve como objetivo revisar criticamente a literatura sobre o uso de enxertos autógenos da calota craniana na reconstrução bucomaxilofacial, abordando indicações, vantagens, complicações, fatores de risco, inovações tecnológicas e estratégias preventivas. Foi realizada uma revisão narrativa nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus e Google Scholar, incluindo estudos publicados preferencialmente entre 2014 e 2026, além de artigos clássicos. Os achados indicam que a calota craniana permanece uma opção segura e previsível quando associada a planejamento adequado e seleção criteriosa de pacientes. Identificou-se, contudo, uma lacuna importante quanto à influência de traumatismos cranianos prévios e alterações da díploe na segurança do sítio doador. Conclui-se que estudos prospectivos são necessários para elucidar essa relação e aprimorar protocolos clínicos baseados em evidências.

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Biografia do Autor

  • Carla Regina Massaro, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Mestre em Odontologia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

  • Alexandre Vitor Soares, Universidade Paulista

    Cirurgião Dentista pela Universidade Paulista.

  • Mariana Dronov Murgi, UNIGRAN

    Discente do curso de Odontologia na UNIGRAN. 

  • Maiara Schaedler Vagner, Universidade Paranaense

    Discente do curso de Odontologia na Universidade Paranaense.

  • João Henrique Rolde, Universidade Paranaense

    Discente do curso de Odontologia na Universidade Paranaense. 

  • Roque Luis Mendes Neto, Universitário Maurício de Nassau

    Cirurgião-Dentista pela Centro Universitário Maurício de Nassau.

  • Sandra Raquel Medeiros Saito, Faculdade Centro de Treinamento Acadêmico

    Discente do curso de Odontologia na Faculdade Centro de Treinamento Acadêmico. 

  • Nathalia Cardoso Nascimento, Centro Universitário Fibra

    Cirurgiã-Dentista pelo Centro Universitário Fibra.

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Publicado

2026-08-10

Como Citar

Massaro, C. R., Soares, A. V., Murgi, M. D., Vagner, M. S., Rolde, J. H., Mendes Neto, R. L., Saito, S. R. M., & Nascimento, N. C. (2026). ENXERTOS ÓSSEOS AUTÓGENOS DA CALVÁRIA NA RECONSTRUÇÃO MAXILOFACIAL: COMPLICAÇÕES, FATORES DE RISCO E ESTRATÉGIAS PREVENTIVAS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(8), 1-23. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29368

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