MORTALIDADE POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO NO BRASIL: TENDÊNCIAS TEMPORAIS, DESIGUALDADES SOCIODEMOGRÁFICAS E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL, 2010–2024

Autores

  • Alana Coêlho Maciel Universidade Federal do Pará image/svg+xml
  • Renato Sarmento dos Reis Moreno Hospital Universitário do HU
  • Thiago Emmanuel Araujo dos Santos Fiocruz
  • João Paulo Teixeira da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Norte image/svg+xml
  • Ana Patricia Barros Camara Universidade Federal do Maranhão image/svg+xml
  • Silvana Dias Corrêa Carolino da Silva Universidade Federal da Grande Dourados image/svg+xml
  • Alex Souza de Miranda Universidade do Estado da Bahia image/svg+xml
  • Cristiany Pietro Dias das Chagas Porto Prefeitura Municipal de Vitória image/svg+xml
  • Marilane Vilela Marques Universidade Federal do Rio Grande do Norte image/svg+xml
  • Rosemeri Alexandre Batalha de Azevedo Universidade Potiguar image/svg+xml
  • Gerlânia Belo de Souza Universidade Potiguar image/svg+xml
  • Franciely Maria Carrijo Campos Instituto de Educação Médica
  • Camilly Vitória Amador da Cunha Universidade Estácio de Sá
  • Ana Edimilda Amador Universidade Federal do Rio Grande do Norte image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29164

Palavras-chave:

Infarto Agudo do Miocárdio. Mortalidade. Desigualdades em Saúde.

Resumo

Objetivo: Analisar a evolução temporal da mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), segundo sexo, características sociodemográficas, local de ocorrência e distribuição regional no Brasil, entre 2010 e 2024. Métodos: Estudo ecológico de série temporal, com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS). Incluíram-se óbitos classificados pelos códigos I21 e I22 da CID-10. Registros com sexo ignorado foram redistribuídos proporcionalmente. Os dados foram agrupados em três quinquênios e analisados por sexo, faixa etária, raça/cor, escolaridade, estado civil, local de ocorrência e macrorregião, mediante frequências absolutas, relativas e razão de sexo. Resultados: Registraram-se 1.361.355 óbitos, com crescimento acumulado de 12,5% entre o primeiro e o último quinquênio. O código I21 concentrou mais de 99,7% das mortes. Predominaram homens, pessoas com 60 anos ou mais e óbitos hospitalares. A razão de sexo aumentou de 1,43 para 1,48. Cresceu proporcionalmente a participação de pretos e pardos, das regiões Norte e Centro-Oeste e dos óbitos domiciliares. Conclusão: A mortalidade por IAM permanece elevada e marcada por desigualdades demográficas, sociais e regionais, exigindo prevenção cardiovascular, redução das iniquidades e ampliação do acesso oportuno ao cuidado integral.

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Biografia do Autor

  • Alana Coêlho Maciel, Universidade Federal do Pará

    Doutora em Ciências e Tecnologia de Alimentos. Universidade Federal do Pará. 

  • Renato Sarmento dos Reis Moreno, Hospital Universitário do HU

    Doutor em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste Hospital Universitário do HU BRASIL/UFGD.

  • Thiago Emmanuel Araujo dos Santos, Fiocruz

    Mestre em Saúde da Família, Fiocruz.

  • João Paulo Teixeira da Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Mestre em Saúde Coletiva Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

  • Ana Patricia Barros Camara, Universidade Federal do Maranhão

    Mestra em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Maranhão. 

  • Silvana Dias Corrêa Carolino da Silva, Universidade Federal da Grande Dourados

    Mestra em Saúde pública, Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados.

  • Alex Souza de Miranda, Universidade do Estado da Bahia

    Mestre em Saúde Coletiva, Universidade do Estado da Bahia.

  • Cristiany Pietro Dias das Chagas Porto, Prefeitura Municipal de Vitória

    Especialista em Gestão de Risco em Emergências e Desastres em Saúde Pública Programa Vigesastres, Prefeitura Municipal de Vitória.

  • Marilane Vilela Marques, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Mestra em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

  • Rosemeri Alexandre Batalha de Azevedo, Universidade Potiguar

    Especialista em Urgência e Emergência, Universidade Potiguar. 

  • Gerlânia Belo de Souza, Universidade Potiguar

    Especialista em Neuropsicologia, Universidade Potiguar. 

  • Franciely Maria Carrijo Campos, Instituto de Educação Médica

    Doutora em Ciências da Saúde, Instituto de Educação Médica. 

  • Camilly Vitória Amador da Cunha, Universidade Estácio de Sá

    Acadêmica de Farmácia e Pedagogia, Universidade Estácio de Sá. 

  • Ana Edimilda Amador, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Doutora em Demografia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

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Publicado

2026-07-29

Como Citar

Maciel, A. C., Moreno, R. S. dos R., Santos, T. E. A. dos, Silva, J. P. T. da, Camara, A. P. B., Silva, S. D. C. C. da, Miranda, A. S. de, Porto, C. P. D. das C., Marques, M. V., Azevedo, R. A. B. de, Souza, G. B. de, Campos, F. M. C., Cunha, C. V. A. da, & Amador, A. E. (2026). MORTALIDADE POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO NO BRASIL: TENDÊNCIAS TEMPORAIS, DESIGUALDADES SOCIODEMOGRÁFICAS E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL, 2010–2024. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(7), 1-18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29164

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