ARQUITETURA GENÔMICA E DETERMINANTES MOLECULARES NA FISIOPATOLOGIA DA ENXAQUECA: REVISÃO INTEGRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27839Palabras clave:
Enxaqueca. Genômica. Fisiopatologia. Determinantes Moleculares.Resumen
Este artigo buscou sintetizar evidências sobre arquitetura genômica e determinantes moleculares da enxaqueca. A metodologia integrou estudos de GWAS, TWAS e proteômica. Os resultados revelam uma arquitetura complexa com dicotomia entre formas monogênicas raras, como a hemiplégica familiar (genes CACNA1A, ATP1A2, SCN1A e PRRT2), e poligênicas comuns. Avanços recentes identificaram 123 loci de risco, consolidando a natureza neurovascular pelo enriquecimento gênico em tecidos cerebrais e vasculares. Determinantes como CALCA/CALCB (CGRP) e HTR1F validam alvos terapêuticos modernos, enquanto os genes REV1 e SREBF2 implicam o reparo de DNA e o metabolismo do colesterol na doença. A pleiotropia com comorbidades psiquiátricas reforça a complexidade biológica e o impacto socioeconômico global. Tais descobertas indicam que a compreensão das redes moleculares é vital para a implementação da medicina de precisão. Isso permite intervenções personalizadas e direcionadas, sustentadas pelo perfil de risco genético individual, visando otimizar a resposta terapêutica e reduzir incapacidades.
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