EPISTEMOLOGIAS, FRAGMENTOS, REFLEXIVIDADE E FORMAÇÃO, TECENDO RELAÇÕES COM A AUTOCONFRONTAÇÃO DE PRÁTICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27838Palavras-chave:
Epistemologia. Formação docente. Autoconfrontação.Resumo
O presente ensaio resulta das reflexões, diálogos e aprendizagens desenvolvidos no âmbito da disciplina Educação e Epistemologias, articulando contribuições filosóficas, científicas, literárias e experienciais para compreender os processos formativos na educação. A partir do diálogo entre o Mênon, de Platão, a obra Epistemologia: implicações para o ensino de ciências, de Ostermann e Cavalcanti, os fragmentos de Trívia, de Marco Lucchesi, e as pesquisas de mestrado e doutorado das autoras, o texto problematiza diferentes concepções de conhecimento, formação e aprendizagem. A metáfora do fragmento constitui o eixo articulador das reflexões, permitindo compreender a formação docente como um processo dinâmico, inacabado e permanentemente reconstruído. Nesse contexto, destaca-se a autoconfrontação como estratégia metodológica e formativa capaz de promover a reflexão crítica sobre a prática profissional, favorecendo a produção de novos saberes a partir da experiência vivida. As discussões evidenciam a importância de perspectivas epistemológicas que reconheçam a complexidade, a pluralidade dos saberes e o caráter coletivo da construção do conhecimento, defendendo processos formativos contextualizados, dialógicos e comprometidos com a transformação das práticas educativas.
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