OS LIMITES JURÍDICOS DA ATUAÇÃO DE AGENTES POLICIAIS NO BRASIL

Autores

  • Alany Karoline de Oliveira Barbosa Universidade Potiguar
  • Hermannya Luiza Santana Trindade Universidade Potiguar

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27804

Palavras-chave:

Agentes Policiais. Abuso de Autoridade. Controle Externo.

Resumo

Este estudo analisa os limites jurídicos da atuação policial no Brasil, com enfoque no uso da força e nos desvios de conduta. O problema de pesquisa investiga a conformidade dessas práticas com os ditames legais, especialmente diante de abordagens abusivas e do emprego desproporcional da força. Objetiva-se examinar, sob a ótica do Direito Penal e dos Direitos Humanos, os critérios que legitimam a ação policial e fundamentam a responsabilização por abuso de autoridade, balizando-se no Manual de Atuação do Ministério Público. De forma específica, avaliam-se a legislação sobre excludentes de ilicitude, a sociologia jurídica e a jurisprudência do STF, STJ e TJRN. A pesquisa adota o método dedutivo, com amparo em revisão bibliográfica e documental de matriz constitucional, legislativa e doutrinária. Os resultados evidenciam que o uso da força está estritamente subordinado aos princípios da legalidade, necessidade e proporcionalidade, cuja inobservância afeta a credibilidade institucional e gera responsabilização penal, civil e administrativa. Conclui-se que o aprimoramento dos mecanismos de controle externo é imperativo para alinhar a atividade policial aos preceitos do Estado Democrático de Direito e à salvaguarda dos direitos fundamentais.

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Biografia do Autor

Alany Karoline de Oliveira Barbosa, Universidade Potiguar

Discente do curso de Direito na Universidade Potiguar.

Hermannya Luiza Santana Trindade, Universidade Potiguar

Discente do curso de Direito na Universidade Potiguar.

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Publicado

2026-06-16

Como Citar

Barbosa, A. K. de O., & Trindade, H. L. S. (2026). OS LIMITES JURÍDICOS DA ATUAÇÃO DE AGENTES POLICIAIS NO BRASIL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–16. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27804