SEGURANÇA E EFICÁCIA DOS PROCEDIMENTOS MINIMAMENTE INVASIVOS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26976Palavras-chave:
Biomedicina estética. Procedimentos minimamente invasivos. Segurança do paciente. Eficácia clínica. Regulamentação profissional.Resumo
A biomedicina estética tem conquistado relevância crescente no cenário da saúde no Brasil, sobretudo em razão da expansão dos procedimentos minimamente invasivos, cujas aplicações abrangem desde o tratamento do envelhecimento facial até a correção de disfunções corporais. Diante da ampliação da demanda por esses serviços e do surgimento de novas substâncias e tecnologias, questões acerca da segurança do paciente, da qualificação profissional e da eficácia dos protocolos clínicos tornaram-se centrais no debate científico. Este estudo apresenta uma revisão narrativa da literatura com o objetivo de contextualizar os principais procedimentos realizados pelo biomédico esteta, discutir seu embasamento científico e regulatório e analisar os riscos associados à prática não qualificada. Os resultados apontam para a necessidade de formação especializada, uso criterioso de substâncias registradas e cumprimento rigoroso dos protocolos de biossegurança como condições indispensáveis à prática ética e segura da biomedicina estética.
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