INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA COMO SUPORTE À APRENDIZAGEM ATIVA: FOCO NA SALA DE AULA INVERTIDA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26422Palavras-chave:
Inteligência artificial generativa. Aprendizagem ativa. Sala de aula invertida. Educação básica. Inovação pedagógica.Resumo
A expansão da inteligência artificial generativa vem reconfigurando práticas sociais, comunicacionais e educacionais, produzindo impactos relevantes sobre os modos de ensinar, aprender e organizar experiências pedagógicas. No campo educacional, sua presença intensifica debates sobre personalização do ensino, autoria discente, mediação docente e uso ético de tecnologias digitais. Este artigo analisa as potencialidades da inteligência artificial generativa como suporte à aprendizagem ativa, com ênfase na metodologia da sala de aula invertida. Metodologicamente, trata-se de estudo qualitativo, de caráter bibliográfico e analítico, fundamentado em produções recentes sobre inteligência artificial na educação, metodologias ativas e cultura digital. Argumenta-se que ferramentas generativas podem favorecer etapas prévias de estudo, ampliar o acesso a explicações personalizadas, diversificar materiais didáticos e qualificar o tempo presencial para práticas colaborativas, resolução de problemas e acompanhamento pedagógico mais próximo. Também se discutem limites relacionados à superficialidade cognitiva, dependência tecnológica, vieses algorítmicos e redefinições da autoria escolar. Conclui-se que o valor pedagógico da inteligência artificial não reside apenas na ferramenta, mas na intencionalidade didática, na formação docente e na construção de usos críticos e contextualizados na Educação Básica.
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