LETRAMENTO DIGITAL INCLUSIVO E JUSTIÇA DE PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25924Palavras-chave:
Letramento Digital. Inclusão. Leitura Digital. Acessibilidade. Avaliação Formativa.Resumo
Este artigo discute o letramento digital inclusivo como eixo de justiça de participação na escola, examinando como leitura, autoria e curadoria de informações se articulam a condições de acesso e mediação docente. O objetivo geral consiste em analisar caminhos pedagógicos para integrar recursos digitais ao currículo sem transformar familiaridade tecnológica em vantagem escolar. A metodologia adotada é Pesquisa Bibliográfica, com recorte temático, leitura interpretativa e síntese por eixos, conforme Lakatos e Marconi (2017) e Severino (2016). O desenvolvimento toma como autores centrais Cazeli et al. (2024), Pierobon (2021) e Souza (2023), articulando integração de aplicativos, multiletramentos e dimensões sociais do digital. O texto aborda desafios da leitura em suportes digitais, critérios de acessibilidade e implicações para avaliação formativa, além de tensões discursivas ligadas à linguagem inclusiva. Sustenta-se que a inclusão digital depende de objetivos formativos explícitos, acompanhamento contínuo e escolhas didáticas que tratem linguagem e participação como conteúdos, reduzindo desigualdades internas de aprendizagem e ampliando oportunidades de expressão e estudo.
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