EFETIVIDADE DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL DE BAIXO RISCO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25732

Palavras-chave:

Pré-natal. Consulta de enfermagem. Atenção primária. Adesão. Saúde materno-infantil.

Resumo

O acompanhamento pré-natal é fundamental para a promoção da saúde materno-infantil, pois possibilita a identificação precoce de riscos e a orientação adequada às gestantes, especialmente em casos de baixo risco. Entretanto, a adesão ao pré-natal ainda representa um desafio, sendo influenciada por fatores socioeconômicos, culturais e pela qualidade da assistência ofertada. Nesse contexto, a consulta de enfermagem destaca-se como uma importante estratégia de cuidado, ao proporcionar acolhimento, escuta qualificada, educação em saúde e fortalecimento do vínculo com a gestante. O presente estudo teve como objetivo avaliar a efetividade da consulta de enfermagem no pré-natal de baixo risco, com foco na adesão das gestantes ao acompanhamento. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio da seleção e análise de estudos sobre a atuação da enfermagem nesse contexto. Os achados evidenciaram que a consulta de enfermagem favorece o engajamento das gestantes, contribui para a prevenção de intercorrências gestacionais e fortalece a autonomia feminina no cuidado à saúde. Conclui-se que a atuação do enfermeiro na atenção primária à saúde é essencial para ampliar a adesão ao pré-natal e qualificar a assistência materno-infantil.

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Biografia do Autor

Márcia Maria Rocha de Lima, Faculdade Mauá de Goiás

Graduanda em Bacharelado em Enfermagem.  Faculdade Mauá de Goiás. 

Luana Guimarães da Silva, Faculdade Mauá de Goiás

Orientadora. Faculdade Mauá de Goiás. 

Hellen Caroline Costa Vieira, Faculdade Mauá de Goiás

Coorientadora. Faculdade Mauá de Goiás. 

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Publicado

2026-04-23

Como Citar

Lima, M. M. R. de, Silva, L. G. da, & Vieira, H. C. C. (2026). EFETIVIDADE DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL DE BAIXO RISCO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(4), 1–13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25732