ENDOMETRIOSE NO BRASIL: INTERNAÇÕES, PERMANÊNCIA E CUSTOS POR FAIXA ETÁRIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25474Palavras-chave:
Endometriose. Hospitalização. Epidemiologia.Resumo
Objetivo: analisar o perfil das internações por endometriose no Brasil, segundo faixa etária, entre 2015 e 2024, com ênfase no número de internações, na média de permanência hospitalar e no valor médio de internação. Método: estudo ecológico, retrospectivo e descritivo, com abordagem quantitativa, realizado com dados secundários de domínio público do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), por meio do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS). Foram incluídas as internações por endometriose, classificadas na categoria N80 da Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão (CID-10), em mulheres de 20 a 59 anos. Resultados: registraram-se 110.270 internações no período analisado, com predomínio entre mulheres em idade fértil, especialmente nas faixas de 40 a 49 anos, com 52.952 casos (48,02%), e de 30 a 39 anos, com 30.575 (27,73%). A média de permanência hospitalar variou de 2,11 a 2,47 dias, sendo maior entre 30 e 39 anos. O maior valor médio de internação foi observado entre 40 e 49 anos (R$ 939,19). Conclusão: a endometriose apresentou relevante carga hospitalar no SUS, sobretudo entre mulheres em idade reprodutiva, evidenciando importante impacto assistencial e econômico.
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