POLICIAL FEMININA NA ROCAM, DA POLÍCIA MILITAR DO AMAZONAS: QUEBRA DE PARADIGMAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24675Palavras-chave:
Motopatrulhamento tático. Polícia Militar do Amazonas. Gênero. ROCAM. Segurança Pública.Resumo
O presente artigo analisa o impacto do motopatrulhamento tático no combate à criminalidade em Manaus/AM, sob a ótica da atuação da 3ª Companhia de Motocicletas do 2º BPCHOQUE/ROCAM e a inserção das mulheres nesse contexto especializado. O objeto de pesquisa centra-se na evolução da presença feminina frente aos paradigmas de uma instituição historicamente masculinizada e na eficácia operacional da modalidade motorizada para transpor barreiras de mobilidade urbana. O objetivo geral é identificar os desafios estruturais, culturais e ergonômicos que permeiam o trabalho real das policiais femininas. Metodologicamente, o estudo é de natureza básica, qualitativa e exploratória, fundamentado em pesquisa bibliográfica e documental com análise de conteúdo de relatórios oficiais e produções acadêmicas. Os resultados indicam que, embora o motopatrulhamento tático amplie significativamente a capacidade de resposta policial em áreas de difícil acesso e reduza índices de roubos, a integração feminina enfrenta obstáculos como a falta de infraestrutura adequada, equipamentos sem adaptação ergonômica e a persistência de uma cultura de exaltação da virilidade. Conclui-se que o fortalecimento da segurança pública no Amazonas exige investimentos em equidade institucional, modernização logística e treinamentos contínuos que valorizem a diversidade tática do efetivo.
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