EDUCAÇÃO HÍBRIDA E A RECONFIGURAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE: TENSÕES ENTRE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS TRADICIONAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24554Palavras-chave:
Engajamento. Flexibilidade. Protagonismo estudantil.Resumo
Esse artigo buscou analisar os desafios do trabalho docente frente à educação híbrida, investigando as tensões entre inovação tecnológica e práticas pedagógicas tradicionais, bem como suas implicações na reconfiguração das atividades pedagógicas. Para tanto, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, de abordagem qualitativa, com caráter exploratório e descritivo. A busca contemplou as bases Web of Science, Scopus, ERIC e SciELO, utilizando os descritores: educação híbrida, ensino híbrido, tecnologia educacional, formação docente, ensino superior, combinados com os operadores booleanos AND e OR, para identificar estudos publicados entre 2017 e 2026. Foram incluídos estudos que estivessem dentro do recorte temporal e disponíveis integralmente, enquanto foram excluídos artigos duplicados, revisões narrativas, editoriais, relatos de opinião e produções que não dialogassem diretamente com a questão norteadora. A seleção final incluiu 14 estudos, sintetizadas em quatro tópicos, sendo eles: reorganização do planejamento pedagógico; redefinição da identidade e competência docente; tensões institucionais e estruturais; e formação continuada, condição essencial para a perpetuidade do modelo híbrido. Em suma, a educação híbrida promove flexibilidade, engajamento discente e protagonismo estudantil, mas impõe desafios significativos ao docente, sendo necessárias estratégias educativas integradas e políticas de suporte que equilibrem inovação tecnológica e qualidade pedagógica.
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