FIBRILAÇÃO ATRIAL E SUA ASSOCIAÇÃO COM O ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: ASPECTOS FISIOPATOLÓGICOS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

Autores

  • Esther Santos Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros image/svg+xml
  • Cecília Paiva Duarte Universidade Estadual de Montes Claros image/svg+xml
  • Bianca Borges Meireles Universidade Estadual de Montes Claros image/svg+xml
  • Gabriela Simões Alencar Centro Universitário FipMoc

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24400

Palavras-chave:

Arritmia Atrial. Evento Vascular Cerebral. Alterações do Ritmo Cardíaco. Predisposição Clínica. Cuidado em Saúde.

Resumo

O Acidente Vascular Encefálico (AVE) representa uma doença cerebrovascular de início súbito e rápido em que ocorre disfunção neurológica decorrente da interrupção do fluxo sanguíneo para o encéfalo, órgão do Sistema Nervoso Central (SNC). Fatores de risco associados são: sedentarismo, etilismo, uso de anticoncepcional oral, gênero masculino, obesidade, tabagismo, faixas etárias mais avençadas, dislipidemias, hipertensão arterial sistêmica, diabetes, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares.No Brasil, o derrame cerebral se configura como a principal causa de morte e de incapacidades, prejudicando a qualidade de vida nos âmbitos funcional, social e laboral das pessoas. O AVE como emergência possui como cuidados iniciais ainda em fase pré-hospitalar, uma vez que o tempo é um fator imprescindível para guiar a conduta médica, e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) possui papel fundamental para o atendimento ágil e eficaz do paciente no Brasil. No tocante às causas cardiogênicas, a principal é a fibrilação atrial (FA), arritmia supraventricular mais comum na prática clínica que consiste em uma desorganização na atividade elétrica atrial, tendo-se como como efeito a perda da capacidade de contração por parte dos átrios, não ocorrendo a sístole atrial. Várias alterações fisiopatológicas levam à ocorrência de fibrilação, incluindo fatores hemodinâmicos, eletrofisiológicos, estruturais, autonômicos (moduladores), além de fatores desencadeantes representados pelas extrassístoles e taquicardias atriais. O diagnóstico da FA inclui, além de exames complementares, a história clínica e o exame físico.

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Biografia do Autor

  • Esther Santos Fonseca, Universidade Estadual de Montes Claros

    Acadêmica do curso de medicina da Universidade Estadual de Montes Claros.

  • Cecília Paiva Duarte, Universidade Estadual de Montes Claros

    Acadêmica do curso de medicina da Universidade Estadual de Montes Claros.

  • Bianca Borges Meireles, Universidade Estadual de Montes Claros

    Acadêmica do curso de medicina da Universidade Estadual de Montes Claros.

  • Gabriela Simões Alencar, Centro Universitário FipMoc

    Médica, graduado pelo Centro Universitário FipMoc.

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Publicado

2026-02-23

Como Citar

Fonseca, E. S., Duarte, C. P., Meireles, B. B., & Alencar, G. S. (2026). FIBRILAÇÃO ATRIAL E SUA ASSOCIAÇÃO COM O ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: ASPECTOS FISIOPATOLÓGICOS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(2), 1-22. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24400

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