FIBRILAÇÃO ATRIAL E SUA ASSOCIAÇÃO COM O ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: ASPECTOS FISIOPATOLÓGICOS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24400Palavras-chave:
Arritmia Atrial. Evento Vascular Cerebral. Alterações do Ritmo Cardíaco. Predisposição Clínica. Cuidado em Saúde.Resumo
O Acidente Vascular Encefálico (AVE) representa uma doença cerebrovascular de início súbito e rápido em que ocorre disfunção neurológica decorrente da interrupção do fluxo sanguíneo para o encéfalo, órgão do Sistema Nervoso Central (SNC). Fatores de risco associados são: sedentarismo, etilismo, uso de anticoncepcional oral, gênero masculino, obesidade, tabagismo, faixas etárias mais avençadas, dislipidemias, hipertensão arterial sistêmica, diabetes, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares.No Brasil, o derrame cerebral se configura como a principal causa de morte e de incapacidades, prejudicando a qualidade de vida nos âmbitos funcional, social e laboral das pessoas. O AVE como emergência possui como cuidados iniciais ainda em fase pré-hospitalar, uma vez que o tempo é um fator imprescindível para guiar a conduta médica, e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) possui papel fundamental para o atendimento ágil e eficaz do paciente no Brasil. No tocante às causas cardiogênicas, a principal é a fibrilação atrial (FA), arritmia supraventricular mais comum na prática clínica que consiste em uma desorganização na atividade elétrica atrial, tendo-se como como efeito a perda da capacidade de contração por parte dos átrios, não ocorrendo a sístole atrial. Várias alterações fisiopatológicas levam à ocorrência de fibrilação, incluindo fatores hemodinâmicos, eletrofisiológicos, estruturais, autonômicos (moduladores), além de fatores desencadeantes representados pelas extrassístoles e taquicardias atriais. O diagnóstico da FA inclui, além de exames complementares, a história clínica e o exame físico.
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