A EDUCAÇÃO OMNILATERAL E A EMANCIPAÇÃO: IMPLICAÇÕES PARA UMA FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24260Palavras-chave:
Educação omnilateral. Educação emancipadora. Formação humana integral.Resumo
Os conceitos educação omnilateral e educação emancipadora são recorrentes nos discursos sobre educação. Contudo, nem sempre são compreendidos os seus significados e nem a sua real importância para a educação contemporânea. O objetivo deste artigo é analisar de que forma a educação omnilateral pode possibilitar a emancipação do sujeito, como possibilidade para uma formação humana integral. Além disso, visa refletir sobre esses dois conceitos educacionais, inclusive apresentar a relação entre ambos. A metodologia adotada nessa investigação foi de abordagem qualitativa, a partir de uma pesquisa bibliográfica, com buscas em artigos científicos e livros que tratam da temática. A omnilateralidade, termo de origem marxista, pressupõe o desenvolvimento do ser humano em todas as suas dimensões: intelectual, física, afetiva, emocional, tecnológica e diversas outras. De maneira semelhante, a educação emancipadora, baseada, principalmente, nos pressupostos do educador brasileiro Paulo Freire, implica na formação do sujeito crítico, autônomo e livre. Nesse sentido, a relação entre instrução e trabalho produtivo é fator crucial para superação da alienação e da divisão social entre trabalho manual e intelectual. Conclui-se que a educação na perspectiva da omnilateralidade pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades críticas, criativas e sociais, preparando os indivíduos para enfrentar os desafios contemporâneos, tendo em vista a formação integral do sujeito e a transformação da sociedade.
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