PREVENÇÃO AO SUICÍDIO NA POLÍCIA MILITAR DO AMAZONAS: A CORAGEM DE FALAR E O DEVER DE ESCUTAR
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24154Palavras-chave:
Suicídio. Polícia Militar. Saúde Mental. Escuta Ativa. Prevenção.Resumo
O presente artigo dedica-se a investigar a prevenção do suicídio no âmbito da Polícia Militar, com um recorte específico para a realidade do Amazonas (PMAM). O estudo tem como objeto a dinâmica comunicacional entre a tropa e o comando, analisando como o silêncio institucional agrava o sofrimento psíquico. O objetivo geral consiste em demonstrar que a coragem de expressar a dor e o dever da liderança em praticar a escuta ativa são ferramentas vitais de proteção à vida. A metodologia pauta-se em pesquisa bibliográfica e análise documental, examinando normativas internas recentes da PMAM — como a Portaria nº 001/2025 e os programas de Capelania — triangulando esses dados locais com referenciais teóricos de corporações coirmãs (Paraná e Santa Catarina). Os resultados indicam que, embora o medo do julgamento e o acesso a armas sejam catalisadores de risco, iniciativas locais de combate ao assédio e suporte espiritual têm avançado. As considerações finais apontam para a urgência de consolidar a humanização das relações hierárquicas, transformando a "fala" e a "escuta" em políticas de saúde perenes.
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