CORRELAÇÃO ENTRE A AUTOMEDICAÇÃO DE CORTICOIDES COM O DESENVOLVIMENTO DE RESISTÊNCIA À INSULINA E COMO O FARMACÊUTICO PODE AJUDAR NA PREVENÇÃO

Autores

  • Amanda Monsores da Conceição Universidade Iguaçu
  • Thiago Pereira de Abreu Universidade Iguaçu

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2408

Palavras-chave:

Corticóides. Suprarenal. Automedicação. Farmacêutico.

Resumo

Sintetizados pela glândula suprarenal, os hormônios esteróides são chamados de glicocorticoides (GC) ou corticosteroides. Hoje, trabalha-se a certeza de que a fabricação destes hormônios pela indústria farmacêutica, obtém sucesso em diversos tratamentos, entretanto, com a cultura da automedicação os corticoides tornaram-se um vício e consequentemente um risco gravíssimo para a população que faz o uso indevido. A busca pelo tratamento com corticoides, na maioria dos casos é relacionada a sua ação anti-inflamatória e na terapia de doenças autoimunes, ademais, o uso de corticoides pode levar ao surgimento de diabetes se utilizados por um longo período. O profissional farmacêutico, uma vez tendo conhecimento de tais perigos, ainda que tenha a prescrição médica em mãos deve fazer os devidos esclarecimentos e questionamentos ao paciente no ato da dispensação, a fim de promover a prevenção da doença e reafirmar a orientação correta relativa ao uso de corticoides e consequentemente, evitar que o paciente faça uso indevido ou prolongado do medicamento após o período em que lhe foi prescrito.

Biografia do Autor

Amanda Monsores da Conceição, Universidade Iguaçu

Qualificada no Curso de Farmácia pela UNIG (Universidade Iguaçu – Campus I) Nova Iguaçu-RJ.

Thiago Pereira de Abreu, Universidade Iguaçu

Professor Orientador: Farmacêutico, Nova Iguaçu – RJ.

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Publicado

30/10/2021

Como Citar

Conceição, A. M. da . ., & Abreu, T. P. de . (2021). CORRELAÇÃO ENTRE A AUTOMEDICAÇÃO DE CORTICOIDES COM O DESENVOLVIMENTO DE RESISTÊNCIA À INSULINA E COMO O FARMACÊUTICO PODE AJUDAR NA PREVENÇÃO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 7(10), 645–657. https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2408

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