AVALIAÇÕES SOMATIVAS NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23990Palavras-chave:
Avaliação Educacional. Anos Iniciais. Ensino Fundamental. Aprendizagem. Alfabetização.Resumo
O presente artigo tem como objetivo analisar o papel das avaliações somativas no 1º ano do Ensino Fundamental, refletindo sobre seus limites, possibilidades e contribuições para o processo de ensino-aprendizagem. Parte-se da compreensão de que a avaliação, especialmente nos anos iniciais, deve considerar as especificidades da infância e o caráter processual da alfabetização. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentada na análise de produções acadêmicas, documentos oficiais e referenciais teóricos que discutem avaliação educacional, práticas pedagógicas e aprendizagem infantil. Os resultados indicam que, quando utilizadas de forma descontextualizada e classificatória, as avaliações somativas podem gerar impactos negativos no desenvolvimento dos estudantes, como desmotivação e insegurança. Contudo, quando planejadas de maneira articulada aos objetivos pedagógicos e integradas a uma concepção formativa de avaliação, essas práticas podem contribuir significativamente para o acompanhamento da aprendizagem, auxiliando o professor na reorganização do ensino e na identificação das necessidades dos alunos. As discussões evidenciam ainda a importância de práticas avaliativas mais humanizadas, inclusivas e coerentes com o processo de alfabetização, valorizando o progresso individual e respeitando os diferentes ritmos de aprendizagem. Conclui-se que a avaliação somativa, ao ser ressignificada como instrumento pedagógico, pode favorecer uma educação mais justa e comprometida com o desenvolvimento integral das crianças no 1º ano do Ensino Fundamental.
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