UMA APRECIAÇÃO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS CURSOS DE LICENCIATURA DE MATEMÁTICA DO ESTADO DO ACRE

Autores

  • Cristhiane de Souza Ferreira Universidad Internacional Iberoamericana
  • Maria Aparecida Santos e Campos Universidad de Jaén

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2386

Palavras-chave:

Educação matemática. Formação inicial. Projeto pedagógico do curso.

Resumo

As instituições que formam professores vem sendo estimuladas pelas legislações a repensarem suas estratégias didáticas para receber e formar os futuros professores para uma sociedade mais inclusiva. A Resolução CNE/CP Nº 1/2002 designa diretrizes para a formação de professores em busca de respaldar uma perspectiva inclusiva e determina que as instituições de ensino superior prevejam, em sua organização curricular, formação docente continuada de forma a atender a diversidade e analisem as informações sobre as especificidades de cada aluno. Apesar da leis destinadas a normatizar o processo de inclusão de todos os alunos, muitos professores não possuem uma formação adequada para incluir alunos com necessidades específicas e, assim não se sentem preparados para enfrentar tal desafio. O objetivo deste estudo é analisar como os cursos de Licenciatura em Matemática do Estado do Acre tratam as questões da educação inclusiva em seus PPCS. Como método foi utilizado a pesquisa quali-quantitativa por possuir características complementares e favorecer a interpretação de um mesmo fenômeno estudado utilizando a abordagem de diferentes técnicas simultaneamente. Para a técnica de coleta de dados foi utilizada a análise documental, uma vez que, buscou-se extrair dos Projetos Pedagógicos dos Cursos Superior (PPCS) de Matemática, um reflexo das informações nele contidas. Os resultados revelam que apesar de pareceres e resoluções respaldarem uma perspectiva inclusiva, a temática ainda é tratada com apoio a alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Conclui-se que mesmo com um avanço nas práticas do PPCS1, os PPCS2 e PPCS3 ainda necessitam melhorar em relação a Prática de Ensino e, principalmente nas práticas de Estágio Supervisionado para cumprir as novas diretrizes de Educação Inclusiva.

Biografia do Autor

Cristhiane de Souza Ferreira, Universidad Internacional Iberoamericana

Doutoranda em Educação pela Universidad Internacional Iberoamericana (UNINI- MX). Mestra Profissional em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Federal do Acre (2017). Especialista em Educação Inclusiva pela Faculdade de Educação Acriana Euclides da Cunha (2016). Licenciada em Matemática pela Universidade Federal do Acre (2008). Professora do Instituto Federal do Acre, campus Rio Branco. Orcid 0000-0002-1738-87. E-mail: cristhiane.ferreira@ifac.edu.br.

Maria Aparecida Santos e Campos, Universidad de Jaén

Doctor en Actividad Física y Salud por la Universidad de Jaén (2013), Máster en Estudios Avanzados - DEA por la Universidad de Jaén (2009), Graduado en Licenciatura en Educación Física por el Instituto Católico de Minas Gerais (1992). Catedrático de Actividades Terapéuticas de la Asociación Jienense de Fibromialgia e Investigador Colaborador de la Universidad de Jaén. Correo electrónico: maria.santos@unini.edu.mx. Orcid 0000-0001-7190-5438.

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Publicado

30/10/2021

Como Citar

Ferreira, C. de S. ., & Campos, M. A. S. e . (2021). UMA APRECIAÇÃO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS CURSOS DE LICENCIATURA DE MATEMÁTICA DO ESTADO DO ACRE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 7(10), 16–32. https://doi.org/10.51891/rease.v7i10.2386

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