FREQUÊNCIA DE CARDIOPATIAS CONGÊNITAS EM RECÉM-NASCIDOS, FILHOS DE MÃES COM DIABETES GESTACIONAL, INTERNADOS NA UCIN DO HOSPITAL MATERNO-INFANTIL LOS ÁNGELES DE 2019 A 2023

Autores

  • Marcelo Moral Sánchez Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu
  • Karina Magdalena González Núñez Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu
  • Divina Concepción Martínez Espínola Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu
  • María Victoria Cárdenas Rolón Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu
  • Sady Maria Belen Gonzalez Fariña Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu
  • Lígia Maria Oliveira de Souza Universidad Politécnica y Artística

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23788

Palavras-chave:

Diabetes gestacional. Cardiopatias congênitas. Recém-nascido. Unidade de terapia intensiva neonatal.

Resumo

A diabetes mellitus gestacional é definida como a intolerância à glicose diagnosticada pela primeira vez durante a gestação, estando associada a diversas complicações materno-fetais, entre elas as malformações cardiovasculares. O presente estudo teve como objetivo comparar a frequência de cardiopatias congênitas em recém-nascidos filhos de mães com diabetes gestacional e de mães não diabéticas. Trata-se de um estudo observacional, descritivo, transversal e retrospectivo, realizado com recém-nascidos portadores de cardiopatias congênitas internados na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais de um hospital materno-infantil, no período de 2019 a 2023. Foram excluídos prontuários incompletos, recém-nascidos prematuros, portadores de outras malformações congênitas e aqueles com baixo escore de Apgar. A coleta de dados foi realizada por meio de fichas clínicas, utilizando amostragem por conveniência, e a análise estatística foi conduzida no software SPSS. Das 192 crianças identificadas com cardiopatias congênitas, 152 atenderam aos critérios de inclusão, sendo 79,6% filhos de mães com diabetes gestacional e 20,4% filhos de mães não diabéticas. Observou-se predominância do sexo masculino (62,5%) entre os recém-nascidos acometidos, e a mediana da idade materna das gestantes com diabetes gestacional foi de 37 anos (p25: 36 – p75: 38). Conclui-se que a diabetes gestacional está associada a uma maior ocorrência de cardiopatias congênitas em recém-nascidos.

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Biografia do Autor

Marcelo Moral Sánchez, Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu

Especialista em Clínica Pediátrica pelo Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu – PY

Karina Magdalena González Núñez, Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu

Especialista em Clínica Pediátrica pelo Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu – PY.

Divina Concepción Martínez Espínola, Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu

Especialista em Clínica Pediátrica no Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu – PY.

María Victoria Cárdenas Rolón, Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu

Especialista em Clínica Pediátrica no Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu – PY

Sady Maria Belen Gonzalez Fariña, Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu

Especialista em Clínica Pediátrica pelo Hospital General Pediátrico Niños de Acosta Ñu – PY

Lígia Maria Oliveira de Souza, Universidad Politécnica y Artística

Médica graduada pela Universidad Politécnica y Artística.

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Publicado

2026-01-22

Como Citar

Sánchez, M. M., Núñez, K. M. G., Espínola, D. C. M., Rolón, M. V. C., Fariña, S. M. B. G., & Souza, L. M. O. de. (2026). FREQUÊNCIA DE CARDIOPATIAS CONGÊNITAS EM RECÉM-NASCIDOS, FILHOS DE MÃES COM DIABETES GESTACIONAL, INTERNADOS NA UCIN DO HOSPITAL MATERNO-INFANTIL LOS ÁNGELES DE 2019 A 2023. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–6. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23788