AMBIENTES EXTERNOS E CURIOSIDADE INFANTIL: A ESCOLA COMO LUGAR DE INVESTIGAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23755Palavras-chave:
Curiosidade infantil. Educação Infantil. Ambientes externos. Investigação. Aprendizagem significativa.Resumo
Este artigo discute a relação entre os ambientes externos da escola e o desenvolvimento da curiosidade infantil, tomando como referência o trabalho pedagógico realizado com crianças do Infantil 5. Parte-se do pressuposto de que a curiosidade é um motor essencial da aprendizagem e encontra, nos espaços externos como parquinho, jardim, horta e pátio, oportunidades privilegiadas para a investigação e a construção de conhecimentos. Fundamentado em autores como Vygotsky (2000), Lima (1989), Forneiro (1998), Loureiro (2012), Barbosa e Horn (2017), além das orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o estudo destaca a importância de compreender a escola como lugar de exploração, encantamento e descobertas. Metodologicamente, apresenta-se uma reflexão teórica e prática, baseada em revisão bibliográfica e análise de experiências pedagógicas que valorizam a mediação docente na organização de atividades investigativas. A discussão evidencia que o contato das crianças com ambientes externos favorece não apenas a observação e a formulação de hipóteses, mas também a autonomia, a cooperação e o desenvolvimento integral. Conclui-se que, ao ressignificar os espaços da escola como territórios de investigação, o professor amplia as possibilidades educativas, promovendo aprendizagens significativas que partem da curiosidade natural da criança.
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