SIMPLIFICAÇÃO DA LINGUAGEM JURÍDICA NAS COMUNICAÇÕES JUDICIAIS: O OFICIAL DE JUSTIÇA COMO MEDIADOR LINGUÍSTICO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.23281Palavras-chave:
Oficial de Justiça. Comunicação Jurídica. Acesso à Justiça. Linguagem Clara.Resumo
Este artigo analisa a atuação do oficial de justiça como agente de comunicação e tradutor prático da linguagem jurídica, destacando sua essencialidade na efetividade das decisões judiciais e na democratização do acesso à justiça. Para tanto, terá como referência a experiência profissional da autora e a pesquisa bibliográfica, relacionada à linguagem jurídica. O objetivo do trabalho surgiu a partir da necessidade de refletir sobre os conteúdos técnicos da linguagem jurídica e da implementação de políticas que promovam a simplificação da comunicação judicial, bem como o uso de recursos visuais em atos processuais. A análise perpassa diversos aspectos da comunicação, da não verbal até o uso estratégico das atuais ferramentas digitais, considera os desafios impostos pelos altos índices de analfabetismo funcional no Brasil e pela sociedade cada vez conectada e dispersa concomitantemente. A contribuição teórica relevante para o estudo partiu das concepções Ferraz Jr. (2003), Foucault (1996), Wittgenstein (2009), de Cappelletti e Garth (1988), Bahiense e Medeiros (2022) e Fischer (2009).
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