TRANSTORNOS NEURODEGENERATIVOS: ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLOGIA DA DOENÇA DE ALZHEIMER
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.22991Palavras-chave:
Alzheimer. Aspectos Clínicos. Epidemiologia.Resumo
A Doença de Alzheimer (DA) é o transtorno neurodegenerativo mais prevalente no mundo, representando cerca de 70% dos casos de demência em idosos. O presente estudo tem como objetivo analisar os aspectos clínicos e epidemiológicos da DA, a partir de uma revisão bibliográfica de literatura de 10 artigos, com ênfase nos avanços científicos entre 2020 e 2025. As bases de dados consultadas foram Web of Science, PubMed, SciELO, LILACS e Scopus, além de dados oficiais do World Health Organization (WHO), DATASUS do Ministério da Saúde (MS), Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram utilizados descritores controlados, de acordo com o DeCS (Descritores em Ciências da Saúde): “Doença de Alzheimer” [Alzheimer Disease], “Epidemiologia” [Epidemiology] combinado entre si através dos operadores booleanos “AND” e “OR”. Observou-se aumento contínuo da prevalência e mortalidade por Alzheimer, especialmente em países em desenvolvimento. Idade avançada, baixa escolaridade, hipertensão e diabetes destacaram-se como fatores de risco, enquanto atividade física, dieta equilibrada e estimulação cognitiva mostraram-se protetores. Do ponto de vista clínico, as novas diretrizes priorizam o diagnóstico precoce baseado em biomarcadores e intervenções multifatoriais. Conclui-se que, apesar dos avanços diagnósticos e terapêuticos, persistem desafios relacionados à desigualdade no acesso aos serviços de saúde e à necessidade de capacitação de profissionais para o manejo da doença.
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