A SOBRECARGA DE TRABALHO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ONCOLÓGICA E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A SAÚDE FÍSICA E MENTAL DOS PROFISSIONAIS

Autores

  • Giovanna Pinheiro da Silva Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
  • Mirelly Ribeiro Schu Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
  • Rafaela da Silva Pereira Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
  • Têndylla Shayanne Linhares Amâncio Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
  • Yohana Hadassh Corrêa de Almeida Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
  • Bruna da Silva Coelho Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
  • Rafaelly Pimentel Ribeiro Lima Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
  • Halline Cardoso Jurema Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN) https://orcid.org/0000-0001-9865-3285

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.20827

Palavras-chave:

Sobrecarga no trabalho. Enfermagem oncológica. Saúde mental.

Resumo

Este artigo teve como objetivo evidenciar as consequências da sobrecarga de trabalho na saúde física e mental de profissionais de enfermagem que atuam na assistência oncológica. A partir de uma revisão integrativa, seguindo os critérios do PRISMA, foram selecionados 28 artigos publicados entre 2015 e 2025 nas bases SciELO, BVS e PubMed. Os resultados indicam que a sobrecarga é multifatorial, associada a demandas operacionais intensas, alta complexidade do cuidado, escassez de recursos humanos e exposição contínua ao sofrimento, dor e morte. Entre os principais impactos identificados estão o esgotamento físico, fadiga crônica e transtornos mentais, como depressão, ansiedade e síndrome de Burnout. Além disso, destaca-se o sofrimento ético vivenciado diante de dilemas morais frequentes no cuidado oncológico. A revisão também apontou estratégias de enfrentamento, como a valorização de práticas humanizadas, o fortalecimento do apoio institucional, a espiritualidade e a adoção da Enfermagem de Prática Avançada (EPA). Conclui-se que enfrentar a sobrecarga exige intervenções institucionais e políticas públicas que reconheçam a complexidade do trabalho na oncologia e garantam condições mais seguras, éticas e humanizadas para os profissionais e pacientes.

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Biografia do Autor

Giovanna Pinheiro da Silva, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Graduanda do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan).

Mirelly Ribeiro Schu, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Graduanda do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan).

Rafaela da Silva Pereira, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Graduanda do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan).

Têndylla Shayanne Linhares Amâncio, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Graduanda do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan).

Yohana Hadassh Corrêa de Almeida, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Graduanda do curso de Enfermagem, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan).

Bruna da Silva Coelho, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Enfermeira. Especialista em Unidade de Terapia Intensiva, Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI).

Rafaelly Pimentel Ribeiro Lima, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Enfermeira. Especialista em Saúde da Família ( IEP-Pós-graduação).

Halline Cardoso Jurema, Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)

Enfermeira, Universidade de Gurupi (UnirG), Mestre em Biotecnologia, Universidade Federal do Tocantins (UFT), orientadora do curso de Enfermagem do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN).

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Publicado

2025-12-13

Como Citar

Silva, G. P. da, Schu, M. R., da Silva Pereira, R., Amâncio, T. S. L., Almeida, Y. H. C. de, Coelho, B. da S., … Jurema, H. C. (2025). A SOBRECARGA DE TRABALHO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ONCOLÓGICA E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A SAÚDE FÍSICA E MENTAL DOS PROFISSIONAIS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 11(12), 5249–5265. https://doi.org/10.51891/rease.v11i12.20827