DOENÇAS OBSTÉTRICAS E COMPLICAÇÕES RESPIRATÓRIAS NEONATAIS: ESTRATÉGIAS DE MANEJO CLÍNICO PARA MELHORES RESULTADOS FETAIS

Autores

  • Flávia Drozdz Universidade Nove de Julho image/svg+xml
  • Lara Marzano Silva Faculdade de Minas, Belo Horizonte
  • Gabriella Bastos Clemente Faculdade Dinâmica do Vale do Piranga–FADIP
  • Thiago Brilhante Pereira Labre Universidade de GURUPI/ TO
  • Lara Assis Melo Faminas-BH

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i7.14963

Palavras-chave:

Doenças obstétricas. Complicações respiratórias neonatais. Gestão clínica. Resultados fetais. Revisão sistemática.

Resumo

Doenças Obstétricas e Complicações Respiratórias Neonatais são questões clínicas complexas que demandam estratégias eficazes para garantir melhores resultados fetais. A inter-relação entre condições maternas como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, e complicações respiratórias neonatais como síndrome do desconforto respiratório (SDR) e hipertensão pulmonar persistente (HPP) tem sido objeto de estudo intensivo na literatura científica. Estas condições podem afetar adversamente o desenvolvimento fetal e neonatal, resultando em morbidade significativa e até mesmo mortalidade neonatal. Objetivo: Investigar as melhores práticas de manejo clínico para doenças obstétricas que minimizem as complicações respiratórias neonatais, visando melhorar os desfechos fetais. Metodologia: A revisão seguiu as diretrizes do PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses). Foram consultadas as bases de dados PubMed, Scielo e Web of Science, utilizando os descritores: "obstetric diseases", "neonatal respiratory complications", "clinical management", "fetal outcomes", "systematic review". Critérios de inclusão envolveram estudos publicados nos últimos 10 anos, focados em estratégias de manejo clínico de doenças obstétricas e suas correlações com complicações respiratórias neonatais. Critérios de exclusão foram estudos não disponíveis integralmente, relatos de caso e estudos com amostras pequenas não representativas. Resultados: A análise dos estudos revelou que estratégias como controle rigoroso da glicemia materna em casos de diabetes gestacional e manejo precoce da pré-eclâmpsia podem reduzir incidências de SDR e HPP. Além disso, intervenções como administração antenatal de corticosteroides mostraram-se eficazes na prevenção de complicações respiratórias neonatais associadas a doenças obstétricas. Conclusão: Estratégias de manejo clínico adequadas para doenças obstétricas podem significativamente melhorar os resultados fetais ao reduzir as complicações respiratórias neonatais. A implementação precoce de intervenções baseadas em evidências é crucial para mitigar os riscos associados a essas condições maternas e melhorar a saúde neonatal.

Biografia do Autor

Flávia Drozdz, Universidade Nove de Julho

Acadêmica de Medicina, Universidade Nove de Julho (uninove) Guarulhos, SP. 

Lara Marzano Silva, Faculdade de Minas, Belo Horizonte

Médica, Faculdade de Minas, Belo Horizonte (FAMINAS-BH) Belo Horizonte/MG.

Gabriella Bastos Clemente, Faculdade Dinâmica do Vale do Piranga–FADIP

Médica, Faculdade Dinâmica do Vale do Piranga–FADIP, Ponte Nova-MG. 

Thiago Brilhante Pereira Labre, Universidade de GURUPI/ TO

Acadêmico de Medicina, UNIRG-Universidade de GURUPI/ TO.

Lara Assis Melo, Faminas-BH

Acadêmica de Medicina, Faminas-BH, Belo Horizonte-Minas Gerais.

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Publicado

2024-07-22

Como Citar

Drozdz, F., Silva, L. M., Clemente, G. B., Labre, T. B. P., & Melo, L. A. (2024). DOENÇAS OBSTÉTRICAS E COMPLICAÇÕES RESPIRATÓRIAS NEONATAIS: ESTRATÉGIAS DE MANEJO CLÍNICO PARA MELHORES RESULTADOS FETAIS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 10(7), 2357–2368. https://doi.org/10.51891/rease.v10i7.14963