INIBIDORES DA BRAF COMO OPÇÃO TERAPÊUTICA PARA O AMELOBLASTOMA: REVISÃO DE LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v1i3.13373Palavras-chave:
Ameloblastoma. Vemurafenib. Dabrafenib. Mutação BRAF.Resumo
O ameloblastoma é um tumor odontogênico benigno que afeta principalmente a mandíbula e, em alguns casos, o maxilar. Tradicionalmente, o tratamento padrão para o ameloblastoma envolve cirurgia radical, como ressecção ampla com margem de segurança e reconstrução subsequente. No entanto, em função das complicações da abordagem cirúrgica, com avanços recentes nas pesquisas, tem havido interesse crescente sobre a patogênese desta neoplasia e identificaram a alta incidência da mutação BRAF V600E nos ameloblastomas, permitindo o uso de medicação inibidores de BRAF em terapias experimentais. Assim, a presente revisão objetiva levantar os aspectos e desafios a serem enfrentados na inserção da terapia alvo experimental com medicação inibidora de BRAF para o tratamento conservador do ameloblastoma. Afim de obter o conteúdo necessário, este artigo revisa bases de dados PubMed, ScienceDirect, Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) e Google Acadêmico, considerando os descritores: Ameloblastoma, B-raf Quinase, Vemurafenib, Dabrafenib e Targeted Therapy. Após o levantamento das informações foi possível concluir que a terapia com o Dabrafenib ou Vemurafenib foi vantajosa, frente a qualidade de vida, os efeitos adversos e sobrevida livre de progressão do paciente, bem como a notável redução do diâmetro dos tumores e é fundamental o aprofundamento em nível clínico e molecular para o avanço na precisão do manejo do ameloblastoma.
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