ANÁLISE DA ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL FISIOTERAPÊUTICA PARA DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: UM ESTUDO TRANSVERSAL

Autores

  • Kinbelly Soares Nascimento Universidade Estadual da Paraíba
  • José Lima Silva Junior Universidade Estadual da Paraíba
  • Mariana Luna de Sales Universidade Estadual da Paraíba
  • Saulo Teixeira Duarte Universidade Estadual da Paraíba
  • Renata de Souza Coelho Soares Universidade Estadual da Paraíba
  • Rosalba Maria dos Santos Universidade Estadual da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v1i3.13305

Palavras-chave:

Síndrome de Disfunção da Articulação Temporomandibular. Modalidades de Fisioterapia. Saúde Pública.

Resumo

Introdução: A Disfunção Temporomandibular (DTM) possui etiologia multifatorial. Desse modo, segue necessária a utilização de diferentes vertentes para a elaboração de um plano de tratamento assertivo. A disponibilidade da fisioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS) contribui na busca pelo acesso de serviços que busquem o cuidado amplo à saúde pela população, garantindo a promoção, proteção e recuperação da saúde nos diferentes níveis de atenção. Objetivo: Analisar a assistência ambulatorial fisioterapêutica às pessoas diagnosticadas com Disfunção Temporomandibular no Sistema Único de Saúde em 2023. Metodologia: A pesquisa trata-se de um estudo transversal. Os dados foram obtidos do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) referentes aos procedimentos em que a ocupação profissional foi a fisioterapia e o diagnóstico principal Distúrbios da Articulação Temporomandibular (CID-10: K07.6), no período de janeiro a novembro de 2023. A coleta e o processamento dos dados foram realizados por meio do pacote Microdatasus no ambiente R. Resultados: Foram registrados 421 procedimentos de tratamento da DTM realizados por fisioterapeutas, sendo a maioria na região Sul (84,3%), tendo a região Norte e Centro-Oeste com menores valores de atendimentos. A faixa etária adulta foi a mais prevalente (80,5%), assim como pacientes de cor branca e do sexo feminino. O tratamento osteopático mostrou-se predominante (75,3%), seguida de sessão de eletroestimulação (5,5%). Houve baixo quantitativo de medidas avaliativas e de anamnese, resultando em 1,4% do total representado. A procura e/ou disponibilidade em Policlínicas foi predominante (76,7%), com menor quantitativo em hospitais especializados (0,2%). Conclusão: Os resultados apresentados estão de acordo com pesquisas epidemiológicas da DTM, porém demonstraram baixo quantitativo de assistência fisioterapêutica ambulatorial para tal condição. Foi vista a limitação referente às técnicas utilizadas no tratamento da DTM e encontradas limitações referentes às informações disponibilizadas pelas plataformas utilizadas.

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Publicado

2025-01-01

Como Citar

Nascimento, K. S., Silva Junior, J. L., Sales, M. L. de, Duarte, S. T., Soares, R. de S. C., & Santos, R. M. dos. (2025). ANÁLISE DA ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL FISIOTERAPÊUTICA PARA DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: UM ESTUDO TRANSVERSAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 1(3), 32–39. https://doi.org/10.51891/rease.v1i3.13305