ANÁLISE DA ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL FISIOTERAPÊUTICA PARA DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: UM ESTUDO TRANSVERSAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v1i3.13305Palavras-chave:
Síndrome de Disfunção da Articulação Temporomandibular. Modalidades de Fisioterapia. Saúde Pública.Resumo
Introdução: A Disfunção Temporomandibular (DTM) possui etiologia multifatorial. Desse modo, segue necessária a utilização de diferentes vertentes para a elaboração de um plano de tratamento assertivo. A disponibilidade da fisioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS) contribui na busca pelo acesso de serviços que busquem o cuidado amplo à saúde pela população, garantindo a promoção, proteção e recuperação da saúde nos diferentes níveis de atenção. Objetivo: Analisar a assistência ambulatorial fisioterapêutica às pessoas diagnosticadas com Disfunção Temporomandibular no Sistema Único de Saúde em 2023. Metodologia: A pesquisa trata-se de um estudo transversal. Os dados foram obtidos do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) referentes aos procedimentos em que a ocupação profissional foi a fisioterapia e o diagnóstico principal Distúrbios da Articulação Temporomandibular (CID-10: K07.6), no período de janeiro a novembro de 2023. A coleta e o processamento dos dados foram realizados por meio do pacote Microdatasus no ambiente R. Resultados: Foram registrados 421 procedimentos de tratamento da DTM realizados por fisioterapeutas, sendo a maioria na região Sul (84,3%), tendo a região Norte e Centro-Oeste com menores valores de atendimentos. A faixa etária adulta foi a mais prevalente (80,5%), assim como pacientes de cor branca e do sexo feminino. O tratamento osteopático mostrou-se predominante (75,3%), seguida de sessão de eletroestimulação (5,5%). Houve baixo quantitativo de medidas avaliativas e de anamnese, resultando em 1,4% do total representado. A procura e/ou disponibilidade em Policlínicas foi predominante (76,7%), com menor quantitativo em hospitais especializados (0,2%). Conclusão: Os resultados apresentados estão de acordo com pesquisas epidemiológicas da DTM, porém demonstraram baixo quantitativo de assistência fisioterapêutica ambulatorial para tal condição. Foi vista a limitação referente às técnicas utilizadas no tratamento da DTM e encontradas limitações referentes às informações disponibilizadas pelas plataformas utilizadas.
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